Impacto das mudanças climáticas será sentido na água, diz ONU

Enviado em Internacional de De Bruyn | 8 de Fevereiro de 2010 @ 14:42

Por alister Doyle - Reuters

O principal impacto das mudanças climáticas será sentido no suprimento de água, e o mundo precisa aprender com cooperações passadas, como nos rios Indo ou Mekong, para evitar conflitos futuros, disseram especialistas no domingo.

Desertificação, enchentes, derretimento de geleiras, ondas de calor, ciclones e doenças transmitidas pela água, como o cólera, estão entre os impactos do aquecimento global inevitavelmente ligados à água. E a disputa pela água pode provocar conflitos.

“As principais manifestações ligadas à alta das temperaturas dizem respeito à água”, disse Zafar Adeel, presidente da ONU-Água, que coordena os trabalhos relacionados à água entre 26 agências das Nações Unidas.

“A água exerce um impacto em todas as partes de nossa vida como sociedade, sobre os sistemas naturais e os habitats”, disse ele à Reuters em entrevista telefônica. As perturbações podem ameaçar a agricultura e o suprimento de água potável, desde a África até o Oriente Médio.

“E isso gera potencial para conflitos,” disse ele. A escassez de água, como por exemplo em Darfur, no Sudão, vem sendo um fator que contribui para guerras.

Mas Adeel disse que em vários casos a água já serviu para promover cooperações. A Índia e o Paquistão colaboram para gerir o rio Indo, apesar de seus conflitos de fronteira, e Vietnã, Tailândia, Laos e Camboja cooperam na Comissão do rio Mekong.

“A água é um ótimo meio para cooperações. Costuma ser uma questão desvinculada da política e com a qual é possível trabalhar”, disse Adeel, que também é diretor do Instituto de Água, Meio Ambiente e Saúde, sediado no Canadá e pertencente à Universidade das Nações Unidas.

Leia a matéria na íntegra no site www.ecoinformacao.com

Esgotos aquecem piscinas em cidade próxima de Paris

Enviado em Internacional de De Bruyn | 6 de Fevereiro de 2010 @ 20:14

Por Luis Miguel Pascual - Efe - (Paris)

A água de duchas e banheiras, de lavadoras e máquinas de lavar pratos chega aos esgotos das cidades a uma temperatura média entre 15ºC e 20ºC, uma energia geralmente desperdiçada, mas um sistema inovador sugere aproveitar o recurso hídrico para aquecer piscinas em um município perto de Paris.

Levallois-Perret, situada nos arredores da capital francesa, é pioneira na França no aproveitamento da energia dos esgotos, com o qual pretende economizar na conta de energia elétrica e reduzir as emissões de gases do efeito estufa.

Divulgação/EcoIn - A cidade Levallois-Perret, situada nos arredores da capital francesa, é pioneira no aproveitamento de energia de esgotos
”Quando soube a quantidade de calor perdida nos esgotos decidi que tinha de fazer alguma coisa”, afirma a vereadora do Meio Ambiente da localidade, Sophie Deschiens, que não esconde querer tornar sua cidade referência no aproveitamento de energias limpas.

Deschiens percorreu o mundo para conhecer as tecnologias de aproveitamento dos recursos ecológicos e descobriu um sistema que permitia recuperar o calor dos esgotos.

“Não duvidei um instante, tínhamos que tê-lo em nossa cidade”, diz a vereadora da localidade.

Execução

Para começar, decidiram aplicar o sistema para aquecer o novo centro aquático que está sendo construído na cidade, dotado de três piscinas, saunas, jacuzzi e outras instalações.

Em meados deste mês, o sistema estará pronto e começará a aproveitar o calor dos esgotos.

A empresa Lyonnaise des Eaux ficou encarregada de iniciar o projeto porque, além disso, é a responsável pelo tratamento de água e esgoto de Levallois-Perret.

Os analistas calcularam que os lares consomem cada vez menos água, porém cresce o uso de água aquecida, o que facilita o aproveitamento desta fonte de energia.

A ideia é manter durante todo o ano a água das piscinas a uma temperatura de 28ºC com a ajuda do calor recuperado dos esgotos.

O princípio é simples. Uma série de placas de aço inoxidável é fixada no fundo das tubulações de esgotos equipadas com um líquido especial que capta o calor.

“É preciso que haja um volume de água residual mínimo para que o sistema funcione, mas tivemos a sorte que os esgotos que passam próximo do parque aquático atendiam as necessidades”, explica.

Uma distância de 80 metros separa a local onde estão as placas da caldeira que aquece o parque aquático.

Com este sistema, Levallois-Perret pretende reduzir em 24% os gastos com energia elétrica do parque e 66% as emissões de gases do efeito estufa.

Deschiens está convencida que o sistema é rentável no longo prazo e espera amortizar o investimento em dez anos.

A cidade gastou 474 mil euros para instalar o sistema que recupera o calor da água e do esgoto.

Quanto o projeto estiver funcionando a pleno a economia na conta de energia elétrica pode alcançar os 48 mil euros anuais, calcula a vereadora.

Para Deschiens, o novo sistema faz parte da aposta da cidade por energias limpas. Há anos, o sistema de calefação da cidade recebe energia gerada no tratamento de lixo.

Este sistema, que funciona desde 1989, vai utilizar a energia que não for utilizada no aquecimento do centro aquático.

O novo projeto apresentará a energia equivalente a cerca de 800 megawatts dos 3.600 megawatts que consome anualmente o parque de águas.

O sistema de recuperação do calor da águas e do esgoto chamou a atenção de outras cidades do país.

Valenciennes e Bordeaux enviaram os responsáveis ambientais para obterem informações das instalações de Levallois-Perret.

“Se outras cidades querem copiar o sistema, estamos felizes. Nunca ninguém se interessou tanto por nossos esgotos”, brinca Deschiens.

Google Street View capta imagem de crime ambiental no Canadá

Enviado em Internacional de De Bruyn | 5 de Fevereiro de 2010 @ 19:26

Folha Online

Câmeras do Google Street View captaram a imagem de três criminosos ambientais em ação na cidade de Vancouver, no Canadá.

Segundo o site da revista Wired, o veículo do Google - no qual a câmera é acoplada e faz imagens em 360º - estava passando pela vizinhança quando registrou o derrubamento de árvores em um local da cidade, além de um homem com tocos de árvore recém-cortados.

As imagens, feitas em maio, vazaram na semana passada.

Reprodução/EcoIn - Câmeras do Google Street View captaram a imagem de três criminosos ambientais em ação em Vancouver

De acordo com a “Wired”, a proprietária Margaret Burnyeat contratou uma companhia para remoção de 23 cedros, ciprestes e outras árvores do local. Vizinhos avisaram a polícia, que encontrou alguns pedaços de tronco que ainda não haviam sido removidos.

As autoridades disseram que não têm certeza se ou como usarão as imagens no processo.

“Nosso departamento legal está ciente disso. Como eles vão usar a evidência, não estou tão certo. Mas se trata de uma nova dimensão interessante, talvez, de evidência legal”, disse uma porta-voz da cidade.

A propriedade havia sido listada como à venda em setembro, por US$ 1,64 milhões, com a observação sobre a inexistência de grande quantidade de “árvores grandes”. Burnyeat, sua filha e três dos trabalhadores contratados vão ser acusados de violação das leis da cidade.

“Ironicamente, autoridades canadenses tiveram resistência à presença das câmeras controversas do Google nas ruas. A companhia lançou o seu Street View em partes dos EUA e do Canadá em 2007, e desde então expandiu o serviço para 12 países”, observa o site.

Projeto de lei na Câmara vincula investimento rural ao uso de energia solar

Enviado em Nacional de De Bruyn | 4 de Fevereiro de 2010 @ 17:46

Agência Câmara

Um projeto de lei que tramita em caráter conclusivo na Câmara dos Deputados dá mais rigor ao uso de energia solar no meio rural.

Se ele for aprovado, os projetos de investimento em propriedades rurais que demandarem o uso de água aquecida ou de energia elétrica só poderão receber crédito bancário se instalarem sistemas de aquecimento ou geração de eletricidade por energia solar.

Unidades rurais para energia elétrica contempladas no projeto incluem por exemplo “silos, criatórios, moradias ou unidades de processamento”.

A obrigatoriedade está prevista no projeto de lei 6529/09, do deputado Inocêncio Oliveira (PR-PE). A proposta também autoriza o Poder Executivo a aumentar em 50% a subvenção ao crédito rural destinado ao financiamento de equipamentos para captação de energia solar.

Exceções

A proposta estabelece que a vinculação do crédito rural à produção de eletricidade por energia solar não será obrigatória somente em dois casos.

Um deles é quando a propriedade já utilizar alguma fonte alternativa, como biogás e biodiesel; ou quando a localização da propriedade tornar a aquisição dos sistemas de aproveitamento da energia solar “economicamente desvantajosa” para o produtor rural –o que daria, no entanto, margem de interpretação para fugir da obrigação.

De acordo com o deputado, o objetivo da proposta é estimular o uso de fonte de energia renovável e barata. Ele alega que o aumento da demanda por energia, provocado pelo crescimento econômico, torna a matriz solar uma alternativa importante.

O projeto será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Pesquisadores buscam aproveitar recursos de desertos pelo mundo

Enviado em Internacional de De Bruyn | 3 de Fevereiro de 2010 @ 14:04

Folha Online

Um centro de pesquisa e complexo de reaproveitamento verde chamado projeto Sahara Forest está previsto para começar em 2010 e pode servir como uma fonte de novas tecnologias planejadas para ambientes desérticos.

O projeto “utiliza recursos abundantes como terreno árido, luz do Sol e água do mar para produzir recursos-chave que estão em alta demanda.

Por exemplo, buscarão convereter água do mar em água fresca.

O projeto lembra que as florestas estão desaparecendo, enquanto os desertos aumentam em área.

Trata-se de um “oásis” de energia renovável, nas palavras da revista “National Geographic”, cujo site divulgou o projeto no fim de janeiro.

O nome do projeto não significa que será realizado na África; Saara significa “deserto” em árabe, e o centro almeja ser uma versão em pequena escala de complexos verdes que os gerentes do projeto esperam construir em desertos por todo o planeta.

O site do projeto afirma que passava por seu cronograma apresentá-lo na conferência do clima de Copenhague, de dezembro; e em alguns anos obter múltiplos locais para funcionamento.

Os especialistas responsáveis, da Bellona Foundation, Noruega, agora examinam locais áridos na Austrália, Estados Unidos, Oriente Médio e África para iniciar os testes.

Desmate na Amazônia cai quase 30% no fim de 2009

Enviado em Regional de De Bruyn | 2 de Fevereiro de 2010 @ 15:05

Folha de S.Paulo

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirmou na segunda-feira (1º) que a área desmatada na Amazônia em outubro e novembro de 2009 sofreu “queda expressiva”, de mais de 250 km2, em relação ao mesmo período de 2008.

A informação dada pelo ministro indica que a área degradada no período foi pelo menos 28% menor nos dois meses de 2009. Em outubro de 2008, o desmatamento na Amazônia “visto” pelo sistema Deter (Detecção de Desmatamento em Tempo Real) atingiu 541 km2 e, no mês seguinte, 355 km2.

“O que esses dois meses já reduziram em relação ao mesmo período do ano anterior é mais do que a área que será inundada de forma suplementar pela usina de Belo Monte, afirmou Minc.

O projeto da hidrelétrica prevê o alagamento de 500 km2 de floresta, mas, segundo Minc, metade são áreas que já ficam alagadas no período de chuvas na Amazônia.

“No início disseram que o desmatamento estava caindo por causa da chuva, depois por causa da crise, e depois disseram que era por sorte. Mas os números mostram que estamos no caminho certo, apreendendo o boi pirata, cortando o crédito dos desmatadores e incentivando as atividades sustentáveis”, afirmou.

De agosto de 2008 a julho de 2009, quando foram compilados os dados anuais do desmatamento, a área derrubada chegou a 7.000 km2, 45% menor do que a dos 12 meses anteriores. O resultado foi o melhor desde que o monitoramento por satélite teve início, em 1988./div>

Acordo de Copenhague recebe confirmações no prazo, mas com metas fracas

Enviado em Internacional de De Bruyn | 1 de Fevereiro de 2010 @ 15:05

Reuters - (Oslo)

Os países responsáveis pela maioria das emissões mundiais de gases de efeito estufa reafirmaram suas promessas para o combate às mudanças climáticas ao cumprirem o prazo, no domingo (31), para a adesão ao “Acordo de Copenhague” de dezembro.

Especialistas afirmam que as metas de reduções de emissões prometidas para até 2020 são muito pequenas até agora para atingirem o objetivo fundamental do acordo, de limitar o aquecimento global a menos de 2 ºC.

O Secretariado de Mudanças Climáticas da ONU planeja publicar uma lista de pedidos nesta segunda-feira (1º). A medida pode exercer pressão sobre todas os países para manterem suas promessas.

Todas as nações que representam ao menos dois terços das emissões –lideradas pela China, os Estados Unidos e a União Europeia– se comprometeram.

Emissores menores, das Filipinas ao Mali, também enviaram promessas ou pediram para se associar ao acordo. O Secretariado afirmou que o prazo de 31 de janeiro pode ser estendido.

Inadequadas

“A maioria [das promessas] dos países industrializados estão na categoria ‘inadequada’”, disse Niklas Hoehne, diretor de política energética e climática da consultoria Ecofys, que avalia o quanto compromissos nacionais vão ajudar no combate às mudanças climáticas.

“A dos Estados Unidos não é suficiente, a da União Europeia não é suficiente. Os principais países desenvolvidos ainda estão muito aquém do esperado, exceto o Japão e a Noruega”, disse ele.

Alguns países em desenvolvimento, como Brasil e México, estão fazendo um esforço relativamente maior, segundo o especialista.

As promessas não têm linha de base comum. A União Europeia promete cortar 20% das emissões até 2020, em relação a 1990. Os EUA acenam com corte de 17%, em relação a 2005.

O Brasil planeja cortar até 39% do volume que seria estimado para 2020, e a China propõe cortar 45% das emissões em relação ao crescimento do PIB.

Deputado considera inaceitável estabelecer sanções na esfera penal para uma irregularidade que ele considera “essencialmente administrativa”

Enviado em Geral de De Bruyn | 29 de Janeiro de 2010 @ 12:57

Agência Câmara

A Câmara analisa o Projeto de Lei nº 6.420/09, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), que descriminaliza o transporte de produtos de origem vegetal (como madeira, lenha e carvão) sem a documentação exigida por lei. Atualmente, essa conduta está sujeita à pena de detenção de seis meses a um ano e multa. Conforme o projeto, a punição ficaria restrita à multa. O texto altera a Lei de Crimes Ambientais nº 9.605/98.

Para o autor, é inaceitável estabelecer sanções na esfera penal para uma irregularidade essencialmente administrativa. “Não se pode esquecer que, mesmo que o transportador esteja sem a guia de transporte, a origem dos produtos por ele transportados pode ser inteiramente legal”, disse. O projeto será analisado pelas Comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição, Justiça e Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário.

UE confirma compromisso com ONU para reduzir emissões de CO2

Enviado em Internacional de De Bruyn | 28 de Janeiro de 2010 @ 11:29

Efe - Bruxelas

Os países da União Europeia (UE) confirmaram na quarta-feira (27) seu compromisso de redução de dióxido de carbono (CO2) que, previsivelmente, será adotado formalmente nesta quinta para ser comunicado às Nações Unidas.

A decisão de quarta-feira, que confirma o acordo político alcançado pela UE antes da cúpula em Copenhague, implica que ela se compromete a reduzir, até 2020, 20% de suas emissões de CO2 em comparação com as de 1990, e chegar até 30%, se outros países fizerem um esforço similar.

A ministra do Meio Ambiente espanhola, Elena Espinosa, cujo país está na Presidência da UE, anunciou diante da Comissão do Meio Ambiente do Parlamento Europeu que, após aprovado formalmente, amanhã enviará uma carta à ONU para confirmar que a União se associa à Declaração de Copenhague.

Fontes do Conselho da União Europeia confirmaram à Agência Efe que os embaixadores adjuntos dos 27 países-membros da UE alcançaram nesta manhã este pacto político, sobre o qual será consultado hoje com as capitais dos países-membros.

Se nenhum expressar recusa ao acordo, este será adotado formalmente amanhã, às 12h de Brasília.

A UE manifestou várias vezes seu empenho em manter sua promessa de reduzir 20% de suas emissões até 2020 e de chegar a 30% com condições.

No entanto, o acordo teve que esperar, porque alguns Estados-membros, como a Polônia e a Itália, mostraram-se na semana passada partidários de aguardar pelo menos até a conclusão da reunião em Nova Déli, no domingo, na qual Brasil, Índia, China e África do Sul manifestaram sua determinação de combater o aquecimento global.

A UE cumpre, assim, a data limite de 31 de janeiro que as principais nações tinham definido para apoiar o acordo de Copenhague e comunicar à ONU seu compromisso com a redução das emissões.

Petrobras amplia fornecimento de diesel menos poluente

Enviado em Nacional de De Bruyn | 27 de Janeiro de 2010 @ 11:43

Agência Brasil

A Petrobras ampliou o fornecimento do diesel S-50 (com 50 partes por milhão de enxofre) para as frotas cativas de ônibus urbanos de Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre e região metropolitana da cidade de São Paulo, reduzindo, dessa forma, a emissão de material particulado no ambiente. O aumento de fornecimento foi feito neste mês.

O fornecimento do diesel S-50 teve início em janeiro do ano passado, inicialmente para as frotas cativas de ônibus urbanos das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Em maio de 2009, as regiões metropolitanas de Fortaleza, Recife e Belém iniciaram a comercialização do diesel S-50 para todos os veículos a diesel. Os ônibus urbanos de Curitiba são abastecidos pelo novo combustível desde agosto de 2009.

A distribuição do diesel S-50 atende ao cronograma estabelecido pelo acordo firmado entre a Petrobras, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Ministério do Meio Ambiente, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o Instituto do Meio Ambiente e o Ministério Público Federal. A parceria foi firmada sob a orientação do Ministério do Meio Ambiente.

Segundo a Petrobras, a partir de janeiro de 2011, o diesel S-50 substituirá o S-500 também nas frotas cativas de ônibus das regiões metropolitanas dos estados de São Paulo (Baixada Santista, Campinas e São José dos Campos) e do Rio de Janeiro. Pelo cronograma, em janeiro de 2013 a empresa disponibilizará para os veículos novos um óleo diesel comercial com 10 ppm de enxofre.

Em nota divulgada na noite de domingo, 24, a estatal informa que de 2000 a 2008 foram investidos US$ 2,9 bilhões em unidades de hidrotratamento - tecnologia necessária para que as refinarias produzam o diesel S-50. Até 2013, a empresa terá investido mais US$ 6 bilhões em novas unidades para a produção do diesel S-50 e do S-10.

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