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26 de novembro de 2014
por Adalberto de Bruyn
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Cidade inglesa recebe ônibus movido à fezes humanas

Por Gabriel Garcia -Info Online

As ruas da cidade de Bristol, na Inglaterra, receberam  no dia  20 de novembro, seu primeiro ônibus movido a fezes humanas.

Bio-Bus: até 300 quilômetros com um motor movido a gás biometano. Imagem; Divulgação.

Bio-Bus: até 300 quilômetros com um motor movido a gás biometano. Imagem; Divulgação.

O Bio-Bus é um coletivo de 40 lugares, capaz de viajar até 300 quilômetros com um motor movido a gás biometano, gerado na decomposição de fezes, esgoto e lixo orgânico. Essa forma de combustível produz menos poluentes do que o diesel e a gasolina.

Antes que possa ser usado para movimentar o ônibus, o gás recebe metano e tem o CO2 do gás é removido. Outras impurezas também são retiradas para que o gás fique sem odores.

A empresa que opera o ônibus acredita que o “ônibus do cocô”, como o veículo está sendo chamado na cidade, irá transportar cerca de 10 mil passageiros todos os meses, do aeroporto local até o centro da cidade de Bath.

26 de novembro de 2014
por Adalberto de Bruyn
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Tecnologia limpa converte água em combustível

Info Online

Uma empresa de tecnologia limpas da Alemanha, chamada Sunfire GmbH, desenvolveu uma plataforma que converte H2O e CO2 (dióxido de carbono) em gasolina sintética, diesel e querosene – também conhecidos como hidrocarbonetos líquidos. A tecnologia utilizada é chamada pela empresa de “Power to Liquid”.

Máquina é capaz de transformar água em combustível. Foto: Reprodução/Sunfire

Máquina é capaz de transformar água em combustível. Foto: Reprodução/Sunfire

A técnica é baseada no processo de Fischer-Tropsch juntamente a células eletrolisadoras de óxido sólido (SOECs, na sigla em inglês). Os SOECs são usados para converter energia elétrica – fornecida por fontes renováveis, como a eólica e solar – em vapor. O oxigênio, então, é removido deste vapor para produzir hidrogênio.

A partir daí, este hidrogênio é utilizado para reduzir o CO2 – captado da atmosfera, precipitado de biogás ou recolhido utilizando processamento de resíduos de gás – em monóxido de carbono (CO); e o H2 e o CO resultantes são então sintetizados em combustível de alta pureza utilizando o processo de Fischer-Tropsch. O excesso de calor do processo, então, é utilizado para criar mais vapor. De acordo com Sunfire, isso garante uma taxa de eficiência de 70%.

power-to-liquid

A capacidade de reciclagem de CO2 do equipamento atualmente é de 3,2 toneladas por dia, produzindo um barril de combustível durante o mesmo período. “Este equipamento nos permite provar a viabilidade técnica em escala industrial”, disse Christian von Olshausen, CTO da Sunfire, ao CNET.

“Agora é uma questão de fatores regulatórios se acertarem de modo que deem aos investidores um nível suficiente de segurança no planejamento. Uma vez que isso aconteça, será possível dar início à substituição passo-a-passo de combustíveis fósseis. Se queremos alcançar a autonomia de combustível no longo prazo, precisamos começar hoje “, afirmou.

26 de novembro de 2014
por Adalberto de Bruyn
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Unesco defende que desenvolvimento sustentável faça parte do currículo escolar

Por Suzana Camargo – Planeta Sustentável

A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) pediu que a educação para a sustentabilidade esteja na agenda de compromissos dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), que serão definidos pela ONU em 2015.

O pronunciamento da entidade foi feito durante encontro realizado em Nagoia, no Japão, para marcar o encerramento do fim da Década das Nações Unidas de Educação para o Desenvolvimento Sustentável, iniciada em 2005.

O setor registrou alguns avanços, mas ainda há muito o que ser feito. Especialistas internacionais e estudantes do mundo todo, inclusive do Brasil, debateram estratégias para melhorar o ensino e como o tema sustentabilidade deve fazer parte do currículo das escolas.

Participaram da reunião de três dias cerca de 1.100 representantes de 148 países. Para eles, é urgente que se invista na formação de professores e mobilização da juventude. No próprio Japão, apenas 20% da população diz saber o que é educação para o desenvolvimento sustentável.

No Brasil, ainda se luta para oferecer uma educação de base de qualidade aos alunos das escolas públicas. De acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo IBGE em 2013, 8,5% dos brasileiros com 15 anos ou mais são analfabetos. Já o número de pessoas com 10 anos ou mais que não têm instrução, ou estudaram menos de um ano, é de 16 milhões.

26 de novembro de 2014
por Adalberto de Bruyn
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França: cidade veta publicidade nas ruas e troca por árvores

Terra

Pela primeira vez na Europa, uma cidade, Grenoble (sudeste da França), decidiu proibir os cartazes publicitários em suas ruas, para substituí-los por árvores.

Esta decisão foi tomada pelo prefeito ecologista Eric Piolle, que governa desde março esta cidade de 160 mil habitantes situada aos pés dos Alpes.

Entre janeiro e abril de 2015, 326 cartazes publicitários serão retirados por seu fabricante, a empresa francesa JCDecaux. No total, 2 mil metros quadrados de publicidade desaparecerão das ruas da cidade. Em seu lugar, a prefeitura prometeu plantar 50 árvores.

Vista da cidade de Grenoble, na França, a primeira da Europa que vai trocar publicidades por árvores nas ruas. Foto: Divulgação/Wikipédia

Vista da cidade de Grenoble, na França, a primeira da Europa que vai trocar publicidades por árvores nas ruas. Foto: Divulgação/Wikipédia

“Os primeiros cartazes foram instalados em Grenoble em 1976. Trata-se de um modelo obsoleto que não corresponde às expectativas dos habitantes, que desejam se reapropriar do espaço público”, declarou à AFP Lucille Lheureux, vice-prefeito encarregado dos espaços públicos.

A decisão, uma promessa de campanha do prefeito Eric Piolle, é “uma primícia europeia para uma grande cidade”, segundo a prefeitura.

O único precedente no mundo foi a cidade brasileira de São Paulo, que em 2007 decidiu proibir os cartazes publicitários onipresentes em seus muros.

No entanto, em 2012 São Paulo reintroduziu a publicidade em seu espaço público, assinando com a JCDecaux um contrato para a instalação de mil relógios que dão aos habitantes a hora, a temperatura, a qualidade do ar e informações municipais.

Apesar da decisão das autoridades municipais de Grenoble, a publicidade não desaparecerá totalmente da cidade, já que os refúgios dos pontos de ônibus não são afetados pela medida.

Os cartazes publicitários contidos nos mesmos respondem a um contrato assinado por JCDecaux e pela sociedade mista administradora do transporte público da região de Grenoble (SMTC) que só expirará em 2019.

26 de novembro de 2014
por Adalberto de Bruyn
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Mudança climática pode agravar pobreza, alerta Banco Mundial

G1

O aquecimento global poderá agravar “significativamente” a pobreza no mundo, ao secar os cultivos agrícolas e ameaçar a segurança alimentar de “milhões” de pessoas – advertiu o Banco Mundial em relatório divulgado no último domingo (23).

“Sem uma ação forte e rápida, o aquecimento (…) e suas consequências poderão agravar significativamente a pobreza em várias regiões do globo”, alerta a instituição, em um relatório.

‘Nova norma’

Secas, ondas de calor, acidificação dos oceanos: o Banco Mundial visualiza um cenário, no qual a comunidade internacional não atingirá seu objetivo de limitar o aumento das temperaturas no mundo a 2ºC, em relação à era pré-industrial, frente a um aumento de 0,8ºC nos dias de hoje.

Na hipótese extrema de um aumento de 4ºC, os acontecimentos climáticos “extremos” que aparecem, no pior dos casos, “uma vez por século”, poderão se transformar na “nova norma climática”, afirma a instituição.

Brasil em risco

O tom do relatório é particularmente alarmista em três regiões do planeta: América Latina, Oriente Médio e Europa Oriental.

O rendimento dos cultivos de soja podem cair de 30% a 70% no Brasil, enquanto metade das plantações de trigo na América Central e na Tunísia pode desaparecer, antecipa o documento elaborado com o suporte do Instituto de Pesquisa sobre o Impacto Climático de Potsdam, na Alemanha.

Calor ’sem precedentes’

No caso de um aumento de 4ºC, até 80% das regiões do Oriente Médio e da América do Sul podem se ver afetadas por ondas de calor de uma amplitude “sem precedentes”, acrescenta o informe.

“As consequências para o desenvolvimento seriam graves, com uma queda dos cultivos, um retrocesso dos recursos aquáticos, um aumento no nível das águas e a vida de milhões de pessoas postas em perigo”, enumerou o Banco Mundial.

21 de novembro de 2014
por Adalberto de Bruyn
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Garrafa criada por estudante transforma ar em água potável

Terra

Uma garrafa que consegue produzir meio litro de água por hora em regiões úmidas, através do condensamento do ar, foi desenvolvida pelo estudante austríaco Kristof Retezár. Detalhe: o recurso é potável.

Batizado de Fontus, o aparelho é acoplado no quadro de uma bicicleta e contém um condensador e uma garrafa, que armazena o líquido produzido. No topo do sistema, há um painel de energia solar que alimenta o funcionamento do condensador.

Cada uma das garrafas deva custar entre 25 e 40 dólares. Imagem: Divulgação/Eco Desenvolvimento.

Cada uma das garrafas deva custar entre 25 e 40 dólares. Imagem: Divulgação/Eco Desenvolvimento.

Funciona assim: quando a bicicleta entra em movimento, o vento esfria o ar úmido, condensando-o. As gotas de água geradas descem pelo sistema, que armazena o líquido na garrafa acoplada.

Um filtro ainda é fixado na abertura por onde o vento assopra, impedindo que insetos e sujeira danifiquem os componentes ou contaminem a água.

Viabilidade comercial 

Atualmente, o protótipo é capaz de produzir uma gota d’água por minuto, em atmosferas com 50% de umidade e temperaturas de pelo menos 20ºC.

Retezár, que estuda Desenho Industrial, afirma que cada uma das garrafas deva custar entre 25 e 40 dólares, valor que ele espera diminuir com crowdfunding (financiamento coletivo) e a produção em larga escala do sistema.

21 de novembro de 2014
por Adalberto de Bruyn
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ONU publica mapa do caminho de combate às mudanças climáticas

G1

O Fundo Ambiental das Nações Unidas (UNEF) apresentou na quarta-feira (19) um mapa do caminho de longo prazo para limitar o aquecimento do planeta em dois graus durante este século e evitar consequências desastrosas pelas mudanças climáticas.

Destacando a urgência, os autores deste documento estimam que as emissões de dióxido de carbono, que provêm especialmente da combustão de energias fósseis, deverão chegar ao seu limite por volta de 2020 e começar a diminuir até 2030.

Em seguida, as emissões de gases de efeito estufa deverão ser pelo menos 50% mais baixas até 2050 para chegar a zero em algum momento da segunda metade do século. Todo o restante das emissões de carbono que venha de atividades humanas deverá ser compensada pelo desmatamento e outras medidas, propõe o informe da ONU.

O documento foi apresentado a poucos dias da conferência da ONU em Lima (Peru), onde os 190 países-membros da Convenção sobre o Clima vão preparar um acordo que deverá ser assinado no final de 2015 em Paris.

Há poucos dias, também foi publicado um acordo “histórico” entre os Estados Unidos e a China, os dois maiores poluidores do planeta, para combater o aquecimento. “Mantendo o cenário atual, com pouco avanço na elaboração e aplicação de políticas climáticas mundiais, as emissões globais de CO2 poderiam aumentar 87 gigatons (milhões de toneladas) até 2050″, avaliou Achim Steiner, vice-secretário-geral da ONU e diretor da UNEF.

As emissões podem ser reduzidas com o desenvolvimento de energias renováveis e a eficiência energética, que também permitiriam criar até sete milhões de empregos em todo o mundo, segundo o informe.

Arte: Divulgação/Ipcc/G1

Arte: Divulgação/Ipcc/G1

21 de novembro de 2014
por Adalberto de Bruyn
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Dez primeiros meses de 2014 foram os mais quentes já registrados, diz NOAA

G1

Os dez primeiros meses de 2014 foram os mais quentes já registrados no planeta desde que a temperatura global começou a ser medida por cientistas, em 1880, de acordo com informações da Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos, a NOAA. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (20).

De acordo com o departamento ligado ao governo americano, o mês de outubro bateu recordes de calor e, por isso, há indícios de que este ano possa ficar conhecido como o mais quente desde o início das constatações oficiais.

No mês passado, considerado o outubro mais quente desde 1880, a temperatura média global, combinação de medições feitas nas superfícies terrestre e oceânica, ficou 0,74ºC acima da média do século 20, que é de 14ºC.

No período de janeiro a outubro deste ano, a temperatura ficou 0,68ºC acima da média registrada pelos termômetros ao longo do século passado (14,1ºC).

12 de novembro de 2014
por Adalberto de Bruyn
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O impacto da urbanização na biodiversidade

MMA

green-buildings_Symbol-redimensiondaAté 2050, estima-se que 6,3 bilhões de pessoas viverão nas cidades em todo o mundo, número que representa um aumento de 3,5 bilhões em relação aos dados de 2010.

Este é considerado o maior e mais rápido período de expansão urbana da história da humanidade, segundo considerações do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, no prefácio do livro “Panorama da Biodiversidade nas Cidades – Ações e Políticas – Avaliação global das conexões entre urbanização, biodiversidade e serviços ecossistêmicos”, que acaba de ser publicado em português com o apoio do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

De acordo com o titular da ONU, as novas demandas transformarão a maioria das paisagens, tanto as naturais quanto as edificadas. “O crescimento urbano terá impactos significativos sobre a biodiversidade, os habitats naturais e muitos serviços ecossistêmicos dos quais depende a nossa sociedade”, alerta Ban Ki-moon, enfatizando que os desafios da urbanização são profundos, mas também representam oportunidades.

Ocorre que as cidades, segundo a própria ONU, têm um grande potencial de gerar inovações e instrumentos de governança e, portanto, podem “e devem” assumir a liderança no desenvolvimento sustentável.

Olho no futuro 

Os textos do livro de 70 páginas trazem uma avaliação global dos vínculos entre a urbanização, a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos, elaborados por mais de 75 cientistas e formuladores de políticas de diversas partes do mundo.

A publicação sintetiza como a urbanização afeta a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos, além de apresentar as melhores práticas e lições aprendidas, com informações sobre como incorporar os temas da biodiversidade e serviços ecossistêmicos às agendas e políticas urbanas.

Para o secretário-executivo da CDB, Bráulio de Souza Dias, entre os principais objetivos do “Panorama da Biodiversidade nas Cidades – Ações e Políticas” está o de servir como a primeira síntese global de pesquisas científicas sobre como a urbanização afeta a biodiversidade e a dinâmica ecossistêmica.

O livro apresenta uma visão geral, com análise e resposta a lacunas de conhecimento em nossa compreensão sobre processos de urbanização e seus efeitos sobre os sistemas socioambientais e aborda abordar maneiras como a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos podem ser geridos e restaurados de formas inovadoras para reduzir a vulnerabilidade das cidades à mudança do clima e outras perturbações.

Ainda segundo Souza Dias, o conteúdo serve como referência para os tomadores de decisões e formuladores de políticas, no que tange aos papéis complementares de autoridades nacionais, subnacionais e locais na preservação da biodiversidade. “Nosso mundo está cada vez mais urbano e as cidades, seus habitantes e governos, podem, e devem, assumir a liderança na promoção de uma gestão mais sustentável dos recursos vivos do nosso planeta”, explica.

O subsecretário geral da ONU e diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Achim Steiner, avalia que as cidades abrigam um celeiro de inovações e novas ideias, além de exercerem um papel essencial na conservação da biodiversidade, “proporcionando oportunidades excelentes para fazermos a transição para uma economia verde inclusiva no mundo em desenvolvimento e desenvolvido”.

12 de novembro de 2014
por Adalberto de Bruyn
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Iniciativas privadas mostram bons resultados na coleta de lixo reciclável

G1

Recycle symbol_150Quando se fala de reciclagem de lixo, o Brasil ainda tem que avançar muito. Mas algumas iniciativas mostram como esse caminho pode ser proveitoso para todo mundo.

Quem mora nas grandes cidades brasileiras pode não ter notado, mas o número de pontos de entrega voluntária de lixo para reciclagem está aumentando. São recipientes coloridos que, graças à boa vontade da população, recebem os resíduos sólidos separados dos restos de alimentos, o material orgânico.

O investimento é consequência de um acordo feito, desde 2012, entre 22 associações de catadores e 500 empresas privadas, que fazem parte da Cempre, uma ONG criada para atender as exigências da lei de resíduos sólidos. Embora o acordo ainda não tenha sido assinado pelo órgão responsável do governo federal, na prática ele já mostra que é possível.

Outro dado apresentado pela ONG é que 206 cooperativas de catadores de 111 municípios do país receberam investimentos em maquinário e na capacitação dos trabalhadores. Os resíduos sólidos do lixo, que a população separa em casa, chegam no local, aí eles fazem uma outra seleção: eles separam entre plástico, papel, vidro, metal e também o lixo eletrônico. Tudo é prensado e aí formam-se fardos. Que é vendido para a indústria que vai então reciclar o material. O desafio é mudar a cultura de como se trata o lixo.

“A gente sabe que quando dá resultado todo mundo passa a fazer de uma forma equilibrada, organizada e ver que os frutos que a gente colhe são produtivos”, afirma Camile Oliveira, coordenadora da cooperativa.

Cidades como Porto Alegre e Curitiba estão entre as mais adiantadas. Em São Paulo, 25% dos resíduos sólidos já são reciclados.

Para André Vilhena, a iniciativa tem sido quase toda privada porque as prefeituras ainda colaboram muito pouco. Mesmo assim, ele acha que vão conseguir cumprir as metas estabelecidas.

“Uma redução de 22% da quantidade de embalagens para aterros sanitários até o final de 2015 e depois pular para 28%, 29% de desvio. Com isso a gente vai caminhando para, no futuro, levar para os aterros sanitários, nunca lixões, aquilo que não puder eventualmente ser reciclado”, diz André Vilhena, diretor executivo do Cempre.