Destino do Cerrado brasileiro nas mãos do Congresso Nacional

Enviado em Nacional de Raquel Elena | 31 de Agosto de 2007 @ 20:47

Envolverde/Assessoria

Raquel Elena - Campo úmido do cerrado.
Brasília - O destino do Cerrado brasileiro está nas mãos do Congresso Nacional. Uma proposta de Emenda Constitucional (PEC 115/95) e mais oito projetos de lei que tramitam na Câmara dos Deputados terão grande impacto sobre o destino do mais ameaçado bioma brasileiro. A PEC será discutida em audiência pública no dia 4 de setembro na Câmara dos Deputados. Os demais projetos estão em diferentes níveis de tramitação no Congresso. Os maiores entraves devem-se às pressões contrárias à conservação e o uso sustentável do Cerrado e ao desconhecimento sobre sua influência no equilíbrio ambiental global.

O Cerrado detém cerca de 6.400 espécies vegetais conhecidas. Possui também 215 espécies de mamíferos; 837 espécies de aves; 330 de répteis e anfíbios e 1.200 espécies de peixes. Estima-se a existência de aproximadamente 25 mil comunidades locais (pequenos agricultores, extrativistas e indígenas) que vivem do uso dos recursos naturais da região. Seis das mais importantes bacias hidrográficas brasileiras têm suas nascentes no Cerrado.

Para o assessor de políticas públicas do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), Nilo D’Avila, a aprovação da emenda e o encaminhamento dos projetos fazem parte das reivindicações dos ambientalistas e deputados integrantes no Grupo de Trabalho Cerrado/Caatinga criado este ano pela Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso Nacional.

Se aprovados, os projetos de lei criarão condições para o reconhecimento das formas tradicionais de uso da biodiversidade do Cerrado, além de criar mecanismos de apoio para a produção extrativista de base sustentável. Segundo D’Avila, a atual política de uso e ocupação do bioma não considera as potencialidades que a biodiversidade da região representa para o futuro econômico e social do país.

Dados oficiais do governo brasileiro apontam que até o ano de 2002, cerca de 40% do Cerrado já haviam sido transformados em áreas para uso agropecuário.

Produção

Para o professor Donald Sawyer, presidente-honorário do ISPN, a conservação e o uso sustentável das áreas remanescentes de Cerrado não significam reduzir a produção agropecuária na região. Para ele, as áreas degradadas e pastagens podem ser mais bem aproveitadas economicamente. Sawyer defende que o plantio da soja, cana-de-açúcar, algodão e eucalipto – que hoje avança sobre áreas nativas – seja feito em terras já desmatadas, evitando mais perdas para a biodiversidade. Mantido em sua integridade e usado de modo sustentável, o Cerrado pode gerar para milhares de famílias emprego e renda com baixos investimentos por parte do Estado.

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OpinaEco - O Cerrado não é um bioma pobre como muitos ainda insistem em acreditar; é sim uma floresta invertida, parte da sua riqueza nutricional está embaixo da terra, aquela avermelhada (latossolo)… Ainda tem a biodiversidade da fauna e flora, espécies endêmicas - ou seja, que só ocorrem naquele local - do cerrado. Pesquise um pouco mais sobre o segundo maior bioma do Brasil: o Cerrado. Suas características são surpreendentes!

Indonésia é país mais exposto a desastres naturais

Enviado em Internacional de De Bruyn | 30 de Agosto de 2007 @ 21:51

Efe - (Jacarta)

A Indonésia, com 13% de vulcões ativos do mundo e afetada por 11% dos grandes terremotos que ocorrem no planeta, é provavelmente o país mais vulnerável aos desastres naturais, segundo o chefe do Departamento de Ajuda Humanitária da Comissão Européia (Echo, na sigla em inglês) para a Indonésia e Timor-Leste, Carlos Afonso.

“Nos últimos dois anos, a Indonésia sofreu dez desastres naturais graves, além de várias inundações periódicas, a cada ano mais graves devido ao desmatamento e à concentração de população”, destaca Afonso.

O tsunami de 2004, seguido pelos terremotos de Nias e Yogyakarta no ano seguinte, a erupção do vulcão Merapi, a corrente de barro de Sidoarjo, o terremoto e tsunami de Panandaran, as inundações em Aceh em dezembro de 2006 e as inundações de Jacarta em fevereiro último são apenas as catástrofes mais graves no país. Há muitas mais.

“A enorme extensão, a população e a situação dentro do Anel de Fogo do Pacífico fazem da Indonésia provavelmente o país mais vulnerável do mundo aos desastres naturais”, diz Afonso. Ele acrescenta que a mudança climática, com chuvas cada vez mais volumosas e períodos de seca mais longos, pode agravar a situação no futuro.

O governo da Indonésia preparou uma Lei de Gestão de Desastres Naturais como resposta à prevenção de catástrofes.

Projetos ambientais catarinenses recebem financiamento de R$1 milhão

Enviado em Regional de De Bruyn | 29 de Agosto de 2007 @ 18:50

Fapesc

Quatorze projetos catarinenses de pesquisa voltados a minimizar o impacto das atividades humanas na mudança climática foram aprovados para receber financiamento de um milhão de reais da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina (Fapesc).

Entre os projetos selecionados está um que visa a valorizar a turfa – material de origem vegetal, parcialmente decomposto – existente no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, a maior unidade de conservação em território catarinense. As turfeiras são consideradas o terceiro maior reservatório de carbono do planeta. Sendo a estocagem do dióxido de carbono vista como uma das alternativas para mitigar o aquecimento global, também será avaliado o valor de mercado das turfeiras para efeitos de obtenção de créditos de carbono, ou seja, daqueles certificados emitidos quando se consegue reduzir a emissão dos gases que agravam o efeito estufa.

Também há um projeto que sugere o uso de resíduos florestais e industriais para desacelerar o aquecimento do planeta. Tais resíduos podem ser úteis inclusive para gerar energia térmica e elétrica, na região de Lages, onde a investigação será conduzida. Isso deve alavancar o progresso regional, pelo pionerismo esperado principalmente na produção de energias limpas. Os ganhos ambientais serão decorrentes da diminuição da quantidade de metano no ar e da redução do chorume (líquido gerado a partir de resíduos sólidos orgânicos) e produzido durante a biodegradação deste material. Outros fatores importantes serão os impactos sociais e econômicos resultantes do aumento de empregos necessários para coleta, tratamento e transporte do metano.

As pesquisas a serem realizadas no estado podem beneficiar o mundo como um todo. “A partir do momento que a tecnologia se torna pública, ela pode ser cadastrada no Comitê Internacional de Mudança Climática”, diz Adriana Dias, doutora em gestão ambiental e responsável pelo edital que resultou na seleção das 14 propostas. Aquelas que tiverem sua viabilidade comprovada, poderão ser enviadas à comissão nacional estabelecida a partir do Protocolo de Kyoto, firmado para diminuir em 5% a emissão dos gases estufa até 2012. O Brasil é um dos 10 países que mais poluem a atmosfera com gás carbônico e outras substâncias.

Santa Catarina produz diariamente 40 mil metros cúbicos de dejetos por causa da suinocultura, uma atividade tradicionalmente poluente quando feita sem tecnologia. Se estes dejetos forem tratados em biodigestores, podem ter reduzido seu impacto ambiental e até gerar créditos de carbono, segundo a bióloga Larisa Waskow, também da Fapesc.

Mundo precisa de US$ 200 bi anuais contra aquecimento, diz ONU

Enviado em Internacional de De Bruyn | 28 de Agosto de 2007 @ 21:48

BBC Brasil

O mundo precisa de investimentos entre US$ 200 bilhões e US$ 210 bilhões ao ano até 2030 para controlar o aquecimento global, segundo documento das Nações Unidas. O tema começa a ser discutido nesta segunda-feira em uma conferência de cinco dias em Viena, capital da Áustria.

A conferência serve como preparação para a próxima cúpula do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU, que será realizada em Bali, na Indonésia, em dezembro, quando deverá ser redigido o sucessor do Protocolo de Kyoto, que vence em 2012.

Segundo Yvo de Boer, secretário-executivo da UNFCCC, a Agência de Mudanças Climáticas das Nações Unidas, o encontro desta semana indicará o grau de comprometimento dos países em tentar controlar os efeitos das mudanças climáticas.

A principal questão em discussão em Viena, segundo ele, é de ordem econômica.

“Os investimentos tradicionais devem ser direcionados a alternativas que levem em conta o impacto do aquecimento global. Se não conseguirmos fazer isso, os efeitos dele se tornarão ainda maiores. Futuramente, serão necessários meios financeiros também maiores para lidar com as mudanças climáticas”, afirma De Boer.

Em Bali serão discutidos também a forma como os investimentos bilionários serão empregados e como serão divididos entre os países.

O encontro desta semana, na opinião de De Boer, serve principalmente como um termômetro. “Saberemos se o desejo político de combater as mudanças climáticas passará de um bem-intencionado discurso para ações mais concretas”, afirmou.

Mais de mil delegados de 150 países, entre eles o Brasil, estarão presentes nos debates.

Oficina Teatro Educação Ecológica

Enviado em Regional de Raquel Elena | 27 de Agosto de 2007 @ 21:15

EcoInformação/Envolverde

A Oficina Teatro-Educação-Ecológica na Escola Olegário Mariano, promovido pelo Instituto do Bem-Estar,Ibem, com o apoio do Grupo Gerdau, através do Comitê do Instituto Gerdau em Porto Alegre encerrou com sucesso na última sexta-feira, (17). Este projeto teve o objetivo principal de tirar as crianças da rua no turno inverso da Escola, promovendo o desenvolvimento pessoal e a socialização dos alunos, e ao mesmo tempo incorporar noções de ecologia e preservação ambiental.

Durante o curso, os alunos, tiveram a oportunidade de assistir o vídeo “Mudança de clima, Mudança de vida”, elaborado pelo Greenpeace e receberam a cartilha didática “Escolha freguês”, sobre Agricultura Orgânica, elaborada pelo Ministério da Agricultura e Ministério do Desenvolvimento Agrário. Os participantes realizaram uma apresentação de 20 minutos para uma platéia atenta, composta de pais, professores, colegas e convidados.

Nas diversas apresentações intercaladas com textos didáticos foram abordados os principais problemas ambientais do país: “Destruição da Amazônia”, “Poluição das águas”, “Agricultura e qualidade de alimentos” e “Poluição do ar nas grandes cidades”. No final, em coro, uma mensagem de esperança: “Juntos podemos fazer muito”.

Para Angela Escosteguy, Presidente do Ibem e coordenadora da Oficina, a partir de métodos utilizados no teatro-educação, os alunos desenvolvem a desinibição e a capacidade de enfrentar o público. As trocas afetivas são incentivadas consigo mesmo, em grupo ou em família. As técnicas e práticas corporais presentes nos jogos teatrais e nos exercícios de improvisação, levam o aluno a pensar com o corpo. “A temática ambiental é crucial no mundo de hoje e com esta Oficina incentivamos também a consciência de cidadania de cada um”, afirmou.

A direção da Escola relatou sua satisfação ao constatar o entusiasmo dos alunos e o notável desenvolvimento da auto-estima e da socialização dos participantes, alguns dos quais com histórico de muita timidez e dificuldade de interação em grupo.

Participaram da Oficina gratuita, 20 alunos de 12 a 15 anos de idade, que trabalharam com temas relativos ao aquecimento global e conservação da natureza.

© Copyleft - É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.

OpinaEco - atitudes simples se mostram cada vez mais eficientes, basta dispor de um tempinho do seu dia, da sua semana, do seu mês para contribuir com o meio ambiente. Trabalhos como a Oficina “Teatro Educação Ecológica” trabalha a ecologia humana, sociologia, antropologia, regastando valores perdidos e desenvolvendo a interação homem-natureza. A prática holística está intimamente ligada a sensibilização e à prática da educação ambiental. Que tal você se doar um pouquinho do seu tempo hoje?

OMS alerta para ritmo recorde de disseminação de doenças no mundo

Enviado em Geral de De Bruyn | 26 de Agosto de 2007 @ 21:42

EcoInformação/Rádio ONU

- A globalização das atividades humanas é uma das causas que favorece a disseminação das doenças no mundo.

OMS alerta para o avanço das doença infecciosas no mundo.
Um relatório da Organização Mundial da Saúde, OMS, divulgado na quinta-feira, 23, sugere que as doenças infecciosas estão se alastrando mais rápido do que nunca pelo mundo. O documento foi apresentado em Genebra, na Suíça, pela diretora-geral da OMS, Margaret Chan.

O estudo “Um Futuro Mais Seguro: Segurança em Saúde Pública Global no Século 21”, propõe uma maior cooperação internacional para detectar e combater a ameaça de doenças.

De acordo com a agência da ONU, cerca de 39 novas infecções foram identificadas nos últimos 40 anos, entre elas a gripe aviária, a Aids, e o vírus Ebola.

O médico do Departamento de HIV/Aids da Organização Mundial da Saúde, Marco Vitória, falou à Rádio ONU, de Genebra, que a mobilidade maior das pessoas também causa o aumento no risco de contaminação.

“Trata-se de um fenômeno causado principalmente pela globalização das actividades humanas. Com isso, favorece o contato maior dos povos e certamente doenças, que, às vezes, estavam limitadas a certas regiões geográficas, e que passam a ser mais facilmente transportadas para outras regiões, podendo provocar doenças desconhecidas até então noutros locais, aumentando assim a prevalência global dessas doenças”, falou.

A OMS lembra que mais de 2 bilhões de pessoas por ano viajam de avião, o que facilita o alastramento de infecções. O relatório sobre saúde pública em 2007 destaca ainda formas resistentes de doenças antigas como por exemplo, malária e tuberculose.

Nos últimos cinco anos, especialistas da OMS registraram mais de mil epidemias no mundo. A diretora-geral da OMS, Margaret Chan disse que a segurança da saúde pública internacional é responsabilidade de todos.

Inicia-se o teste para a despoluição do Rio Pinheiros

Enviado em Regional de De Bruyn | 25 de Agosto de 2007 @ 21:49

Estadão

- Avaliação pode durar cerca de 6 meses.

Rio Pinheiros - SP
A flotação do Rio Pinheiros, na zona sul de São Paulo, mobiliza a comunidade científica brasileira e poderá virar referência mundial. A técnica de limpeza de águas poluídas nunca foi usada em grande escala. Além disso, nunca foi feito um raio X tão completo dos principais corpos d’água da capital quanto agora. A flotação consiste em injetar polímeros que flutuam na água e nos quais a sujeira adere.

Ontem, começaram a ser colhidas as amostras de água em 16 pontos do Pinheiros, do Tietê e das represas Billings e Guarapiranga. Segundo a professora de Engenharia Ambiental da Escola Politécnica da USP, Mônica Porto, que acompanha a experiência, serão feitos 195 exames diferentes, alguns provavelmente fora do País.

A flotação começa no fim do mês. Porém, segundo acordo firmado entre o governo e o Ministério Público Estadual, que permitiu a experiência, é preciso verificar a poluição da água antes, durante e depois da experiência, que irá durar seis meses. Há dez anos, a flotação é impedida na Justiça. Entre as principais críticas, está a de que o processo apenas limpa a água e não a torna potável e de que não há como de retirar substâncias como pesticidas. Como o Pinheiros é bombeado para a Billings, essa água acabará no copo de muitos moradores da Grande São Paulo. “A carga de poluição do rio é muito elevada. Ainda não se sabe da eficiência da flotação para um caso assim”, explica Mônica.

Jornada “Na Cidade Sem Meu Carro”

Enviado em Regional, Internacional de Silvia Regina | 24 de Agosto de 2007 @ 19:09

Ambientebrasil

- O que é?

A Jornada “Na Cidade Sem Meu Carro” surge da preocupação relacionada com a qualidade do ar das nossas cidades. Tendo em vista os crescentes problemas relacionados com o uso do automóvel, vários países da União Européia lançaram esta iniciativa pela primeira vez em 22 de Setembro de 2000.

A Jornada Brasileira “Na cidade sem Meu Carro” consiste no engajamento institucional de cada prefeitura, que delimita um perímetro de proteção dos automóveis, geralmente a área central ou outra de importância de tráfego. Nesse perímetro, durante o dia 22 de setembro, só circularão veículos dos serviços essenciais além de ônibus, bicicletas, táxis e pedestres.

O horário de funcionamento em geral é de 8 às 18 horas, podendo ser estendido. Nesse dia podem ser feitas atividades culturais, medições de índices de poluição, desempenho do transporte coletivo e debates sobre o tema, articulados com a Semana Nacional de Trânsito. Não se trata da mera questão de vedar o tráfego motorizado em algumas ruas, mas sim de proporcionar às pessoas uma oportunidade para descobrirem outras formas de transporte e de viverem este dia sem sentirem restrições à sua mobilidade.

Esta iniciativa consiste numa série de ações com o objetivo de:

- refletir sobre os problemas causados pelo modelo de mobilidade centrado no automóvel;
- despertar nos cidadãos a consciência sobre o uso racional e solidário do automóvel para combater a poluição e reduzir os gastos públicos;
- estimular o uso do transporte coletivo;
- estimular o desenvolvimento de novas tecnologias;
- apoiar as iniciativas municipais;
- informar os cidadãos sobre alternativas de mobilidade sustentável no planejamento urbano e no uso de combustíveis renováveis e não poluentes;
- incentivar a adoção de alternativas sustentáveis como o transporte a pé e de bicicletas.

Histórico

A Jornada Internacional

Os europeus, preocupados com os graves problemas ambientais e com a qualidade de vida nas cidades devido ao uso desordenado dos automóveis, assumiram no ano 2000 a proposta idealizada e realizada pela França em 1998 que contou com a adesão da Itália.

Naquele ano, foram 35 cidades francesas, já em 1999, 186 cidades francesas e italianas e em 2000 a União Européia instituiu a Jornada Internacional “Na Cidade, Sem meu Carro”, reunindo 760 cidades. Em 2001 foram 1683 das quais, 1050 realizaram integralmente a Jornada e assinaram declaração de compromisso (843 da União Européia envolvendo 14 países e 207 cidades de 18 países não membros), além de 633 cidades que se associaram à Jornada mas não assinaram o compromisso, entre as quais estão 11 cidades brasileiras.

Mais informações no site da jornada Internacional: www.22september.org .

Blumenau na Jornada Brasileira Sem Meu carro

Enviado em Regional de Silvia Regina | 24 de Agosto de 2007 @ 18:53

Por Julia Voigt

Blumenau larga na frente na corrida pela conscientização da necessidade de utilizar meios de transporte sustentáveis. Foi assinada nesta quinta-feira 23, às 13h30min, no Salão Nobre da Prefeitura, a carta de adesão ao evento “Na cidade sem meu carro”, que incentiva os motoristas a buscarem meios alternativos e não poluentes de deslocamento.

Blumenau será a primeira cidade do estado de Santa Catarina a aderir ao evento, que faz parte da Jornada Brasileira Na Cidade Sem Meu Carro. O dia escolhido para a jornada foi o dia 22 de setembro, quando todas as cidades comprometidas devem criar ações que envolvam a comunidade no projeto, incentivando a população a se deslocar a pé, de bicicleta ou através do transporte público.

Algumas entidades, como a ABC Pró Ciclovias e a Prefeitura de Blumenau, através das Secretarias de Educação, Turismo e Planejamento, da Faema e do Seterb já estão envolvidas no desenvolvimento de um plano de trabalho. A reunião para discutir as ações que norteiam o evento está marcada para sexta-feira, dia 24, às 14h, na sala de reuniões da Faema (rua Dr. Amadeu da Luz, 241). Todas as entidades interessadas estão convidadas a participar.

OpinaEco - Grande iniciativa de Blumenau em disparar na frente na Jornada Brasileira Sem Meu Carro. A equipe do EcoInformação espera que Blumenau possa servir de exemplo para as outras cidades do estado de Santa Catarina, e que as mesmas sigam o caminho. Esta iniciativa tende a proporcionar uma melhora significativa na qualidade de vida das pessoas e do meio que nos cerca.
O Planeta Terra agradece!

Nasce no Congo filhote de gorila da montanha, ameaçado de extinção

Enviado em Internacional de De Bruyn | 23 de Agosto de 2007 @ 15:25

France Presse - (Nairóbi)

Um gorila da montanha nasceu na terça-feira (21) no parque nacional de Virunga, no leste da República Democrática do Congo.

Reuters - Filhote da família Munyaga é filho de Bilali, a única fêmea do grupo de gorilas da montanha.
O fato foi considerado um “acontecimento essencial” para a sobrevivência dessa espécie, após outros espécimes terem sido mortos recentemente, anunciou a Wildlifedirect, entidade defensora do ambiente.

“O nascimento desse macho, filho de Bilali [da família Munyaga], a única fêmea adulta do grupo, ocorreu depois do massacre de quatro gorilas da família Rugendo, em julho”, afirma o comunicado da entidade.

A associação assinala que, posteriormente, foram encontrados os restos de uma fêmea, do grupo Rigendo, e se suspeita que seu filho também tenha morrido, o que elevaria o número de mortos a seis.

Desde o início do ano, sete gorilas morreram baleados em diversos incidentes no parque de Virunga, o mais antigo da África, situado ao nordeste do Congo, perto da fronteira com Uganda e Ruanda.

Só restam em liberdade cerca de 700 gorilas da montanha. Todos eles vivem nas áreas que cercam Ruanda, Uganda e o leste do Congo.

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