Parque Nacional Serra da Capivara é o principal patrimônio pré-histórico brasileiro

Enviado em Regional, Turismo de De Bruyn | 31 de Dezembro de 2007 @ 12:21

Almanaque Socioambiental - 2008

O Parque Nacional Serra da Capivara, no sudeste do Piauí, concentra o mais importante patrimônio pré-histórico do Brasil. Com área de 130 mil ha, o parque conta com uma infra-estrutura que viabiliza a visitação de 128 sítios rupestres pré-históricos. A ação de caçadores e as queimadas anuais realizadas nas áreas nas quais eles vivem, no entanto, colocam em risco a preservação desse cartão-postal único no mundo.

Parque Nacional Serra da Capirava é um patrimônio pré-histórico em risco
A região, que hoje tem um clima semi-árido, contou em épocas pré-históricas com um clima tropical úmido e vegetação abundante. Isso garantia condições de existência para exemplares de uma megafauna, cujas espécies mais representativas eram a preguiça-gigante, o tigre dente-de-sabre, o mastodonte, lhamas e o tatu-gigante.

Os primeiros grupos humanos chegaram à região há 100 mil anos. Instalaram-se lentamente, desenvolvendo uma cultura adaptada às condições ambientais. Há vestígios muito antigos em três sítios abertos à visitação: Boqueirão da Pedra Furada, Sítio do Meio e Caldeirão do Rodrigues.

As escavações, iniciadas em 1978, duraram 10 anos e permitiram a descoberta dos mais antigos vestígios, até hoje conhecidos, da presença humana nas Américas: fogueiras estruturadas e uma grande quantidade de artefatos de pedra lascada.

A Fundação Museu do Homem Americano (Fumdham), que trabalha em conjunto com o Ibama e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), elaborou o Plano de Manejo do parque. Estudos definiram que, em razão do solo pobre e do clima irregular, com secas cíclicas, somente apicultura e turismo podem ser fontes seguras de produção e criação de mercados de trabalho com salários dignos.

Desde 1989 foram criadas escolas e os trabalhos de preparação do parque para receber turistas tiveram início. Em 1990, a Fumdham preparou documentação para que o governo brasileiro pudesse solicitar a inclusão dos sítios de pintura rupestre da região na lista do Patrimônio Cultural da Humanidade, título concedido em 1991.

Hoje o parque conta com 28 guaritas (três públicas e 25 de serviço) e um corpo de mais de 50 vigilantes que está evitando a ação dos caçadores e permitindo a recomposição das populações animais. O parque possui também um Centro de Visitantes, que oferece diferentes serviços. O sítio do Boqueirão da Pedra Furada foi transformado em museu a céu aberto.

Em algumas zonas, onde a erosão estava destruindo a cobertura vegetal e criando enormes voçorocas, foi iniciado o manejo da floresta e construídas cercas e barreiras para diminuir a força das enxurradas, estancando assim o processo erosivo. Em áreas do parque, mais atingidas pela ação antrópica, foi iniciado o reflorestamento, tendo alcançado até 15% de sucesso nos três primeiros anos.

Desequilíbrio vai mudar ciclo da água no cerrado

Enviado em Regional de Raquel Elena | 30 de Dezembro de 2007 @ 10:22

Folha Online

Os pesquisadores que estudam o cerrado brasileiro já especulam o que pode ocorrer se o uso do solo continuar a mudar desconectado de um manejo mais sustentável. A lista das pesquisas já feitas até agora aponta três conseqüências mais imediatas, segundo medições já feitas em campo.

Pode ocorrer, por exemplo, uma redução média de 10% das chuvas na região do cerrado, um aumento da temperatura superficial em 0,5ºC, também médio, além de um aumento da quantidade de “veranicos” bem no meio do período chuvoso.

A alteração natural do funcionamento do bioma também vai interferir na ciclagem de outros compostos químicos, além do carbono. É o caso, por exemplo, do nitrogênio, que também é fundamental para toda fauna e flora.

Ibama solta 45 aves silvestres em propriedade rural do DF

Enviado em Regional de Raquel Elena | 29 de Dezembro de 2007 @ 16:10

Agência Brasil

Cerca de 45 pássaros silvestres apreendidos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) foram soltos esta semana na Fazenda Imperial, propriedade destinada ao turismo rural e ecológico em Brazlândia (DF), a 50 quilômetros do centro de Brasília. A ação faz parte de uma parceria que pretende dar um novo lar aos animais retirados de traficantes.

Uma ação conjunta entre as propriedades do turismo rural do Distrito Federal e o Ibama há quatro meses garante a sobrevivência de animais apreendidos pelo tráfico. O projeto tem o objetivo de reintegrar à natureza animais apreendidos no combate ao tráfico, criados ilegalmente ou em excesso nos zoológicos.

Segundo o analista ambiental do Ibama, Eduardo Luzardo, o projeto ainda pode ser aperfeiçoado. “Acredito que ele possa chegar em um nível melhor daqui uns dois ou três anos. Na verdade nem começou como um projeto, começou com pessoas que vieram oferecer (ao Ibama) a área com bastante cerrado, mata, água para que os animais fossem soltos”, explica.

Além de pássaros, a parceria beneficia outros animais, como jabutis, tartarugas e macacos. Primeiramente, os animais que chegam à fazenda são tratados e ficam numa espécie de quarentena. Somente depois, eles são soltos na natureza. Luzardo, no entanto, ressalta que alguns animais, principalmente os filhotes, demoram mais para se adaptar.

“O animal quando nasce já sabe o que é preciso para sobreviver, para se proteger. Em geral o passarinho é pego adulto, então ele já tem esse aprendizado”, salienta. “O papagaio, por exemplo, é pego filhote e é mais complicado o animal que não está totalmente pronto para uma soltura. Ele pode até ser solto, mas serão avaliados alguns critérios. É importante fazer um trabalho de readaptação.”

Nova York quer reduzir emissões de carbono em 30% até 2030

Enviado em Internacional de De Bruyn | 28 de Dezembro de 2007 @ 07:48

BBC Brasil

A cidade de Nova York, nos Estados Unidos, deu início a um projeto de reduzir em 30% até 2030 suas emissões de gases que causam o efeito estufa.

AP - Nova York lançou plano para reduzir em 30% as emissões de gases do efeito estufa; iluminação e veículos são prioridades
A primeira mudança simbólica já se nota nas luzes da famosa árvore de Natal do edifício Rockefeller Center, que ganhou lâmpadas que economizam energia.

As lâmpadas da ponte Brooklin também serão substituídas no ano que vem, a um custo de US$ 500 mil (cerca de R$ 900 mil).

Como este tipo de iluminação dura três vezes mais que as lâmpadas tradicionais, espera-se que a cidade economize dinheiro no longo prazo.

Nova York está se tornando “verde” - esta é a manchete que o bilionário e prefeito Michael Bloomberg quer ver no Ano Novo, no momento em que ele tenta reduzir os custos de energia de uma cidade que responde por cerca de 1% das emissões americanas de carbono.

Veículos

Novos veículos híbridos de polícia e bombeiros também serão introduzidos, junto com caminhões de lixo, por um período de testes. A cidade planeja ainda adotar iluminação econômica em escolas e prédios municipais.

Estes projetos de curto prazo têm o objetivo de atingir uma redução de 34 mil toneladas por ano na emissão de gases que causam o efeito estufa - um volume relativamente modesto, considerando que estas emissões alcançam atualmente quase 60 milhões de toneladas por ano.

A maioria das emissões de Nova York se deve ao consumo de energia dos seus famosos arranha-céus. Estima-se que os edifícios urbanos respondem por 80% do total do carbono lançado na atmosfera pela cidade.

Instituto critica falta de controle de desmatamento no cerrado

Enviado em Regional de Raquel Elena | 27 de Dezembro de 2007 @ 10:16

Agência Brasil

O desmatamento ilegal no cerrado brasileiro existe, mas não há dados confiáveis para estimar a sua dimensão. A afirmação é do coordenador de Políticas Públicas do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), Nilo Dávila. O instituto é um centro de pesquisa e documentação independente sobre o desenvolvimento sustentável, sem fins lucrativos, sediado em Brasília.

O instituto considera um aumento médio da área plantada de cana- de-açúcar de 20% no último ano, nos cinco principais estados produtores do cerrado: São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Dávila explica que a expansão da cana substitui culturas ou pastagens, em muitos casos com migração imediata. Assim o produtor vende sua área para usineiros e compra mais terras ao norte do país, se dirigindo para a Amazônia.

“Se ela [cana] não causar desmatamento no cerrado, provoca migração de atividades tradicionalmente destruidoras de vegetação, como a pecuária.”

A preservação do cerrado, segundo Dávila, passa pela criação de mais unidades de conservação e por ferramentas de identificação e controle do desmatamento da área, que hoje não existem.

“O primeiro passo é saber aonde está acontecendo [o desmatamento], se é legal ou ilegal. O ponto prioritária para a conservação é a imediata implantação do sistema de vigilância via satélite do bioma”.

O pesquisador do ISPN crê que o aumento do preço da soja no mercado internacional fará com que o desmatamento volte a despontar na proximidades de cidades do Centro-Oeste que já se destacam na produção.

D. Luiz Cappio, ‘o bispo verde’, desafia Lula, diz jornal

Enviado em Nacional, Internacional de De Bruyn | 26 de Dezembro de 2007 @ 13:59

El País/BBC Brasil

- Reportagem publicada nesta quarta-feira no jornal espanhol El País afirma que o bispo d. Luiz Cappio é um “Dom Quixote da ecologia” que desafia o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A matéria, que apelida d. Cappio de “bispo verde”, relata a greve de fome que o religioso baiano realizou por quase um mês até perder a consciência, em protesto contra a obra de transposição do rio São Francisco.

“Cappio não é um ingênuo e nem um fundamentalista. Todos o consideram um homem de fé que tem 40 anos dedicados aos mais pobres e a estudar o rio São Francisco, símbolo para ele da vida que oferece água aos camponeses ribeirinhos, e cujos 2,8 mil km percorreu durante um ano junto com um sociólogo e um agricultor para, em seguida, escrever um livro”, descreve o El País.

O artigo lembra que o bispo vem realizando protestos contra a transposição do rio São Francisco desde 2005. Naquele ano, outra greve de fome foi interrompida depois de 11 dias, quando Lula concordou em receber e escutar o religioso. Mas o presidente quebrou sua promessa todas as vezes, afirma o diário.

“O projeto de levar água ao nordeste pobre e semiárido é uma possibilidade tratada desde os tempos do império, mas que ninguém se atreveu em levá-lo adiante, temendo um desastre ecológico, a morte do rio e os problemas que sofreriam as 12 milhões de pessoas que vivem às margens do rio”, diz o correspondente do jornal.

“Lula, desafiando todas as dificuldades, decidiu tocar as obras, apesar dos 14 recursos no Supremo Tribunal Federal.”

Segundo o El País, “o bispo ecologista, já recuperado, retornou à sua diocese. Não para descansar. Defensor das causas desesperadas, seguirá dando dor de cabeça ao poder”.

Mapeamento mostra que bioma Pampa conserva 41% da cobertura vegetal nativa

Enviado em Regional de Raquel Elena | 25 de Dezembro de 2007 @ 10:20

Por Camila Vassalo - (Agência Brasil/EcoInformação)

O Mapeamento da Cobertura Vegetal do bioma Pampa, apresentado nesta semana na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), traz informações detalhadas sobre os tipos de vegetação que ainda estão conservadas, assim como as áreas alteradas pelo uso humano nesta região.

A Região do Pampa corresponde a um dos centros de maior biodiversidade de espécies vegetais campestres de todo o planeta, com 3 mil tipos de plantas, das quais 400 são de gramíneas de pequeno porte, que são utilizadas para pastoreio do gado. Existem também cerca de 90 especies de mamíferos terrestres identificados, entre eles tatu, graxaim, sabiá e pica-pau do campo.

O bioma Pampa ainda não tinha um mapeamento desse tipo. Para o Ministério do Meio Ambiente (MMA), é um trabalho importante, por ter demonstrado que ainda restam formações vegetais nativas, que representam 41% do que existia originalmente. O restante foi ocupado por agricultura, silvicultura e pastagens plantadas, disse o coordenador do Núcleo do Núcleo Mata Atlântica e Pampa do Ministério do MMA, Wigold Bertoldo Schäffer.

Segundo ele, o Brasil tem como meta proteger pelo menos 10% de cada um dos biomas em forma de unidade de conservação, e o Pampa é o que tem o menor índice protegido até o momento. Um bioma é uma comunidade biológica, ou seja, fauna e flora e suas interações entre si e com o ambiente físico: solo, água e ar.

De acordo com o diretor da Diretoria de Unidade de Conservação de Proteção Integral do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, Júlio Gochorosky, os mapas servirão de base para o planejamento regional, a definição de políticas públicas, a pesquisa científica, a promoção do uso sustentável, o licenciamento e a fiscalização ambiental, bem como a definição de áreas protegidas. Trata-se de um estudo inédito elaborado pelo Ministério do Meio Ambiente, em parceria com a UFRGS. Iniciado em 2004, o mapeamento foi feito pelo Departamento de Ecologia da UFRGS.

Dentro de um dos campi da UFRGS, está sendo proposta a criação de 400 hectares de uma unidade de conservação, que ficaria em pleno centro de Porto Alegre e tem as características do Pampa. “Isso demonstra exatamente que o Pampa é muito mais que pradarias e sofre sérias ameaças, não só de alteração da sua vegetação para pastoreio, mas também da chegada das plantações de pinhos na região, o que tem crescido muito”, disse Gochorosky.

Segundo o professor Heinrich Hasenack, da UFRGS, a metodologia utilizada para fazer o Mapeamento do Bioma Pampa é similar à utilizada pelo Projeto Radam Brasil na década de 70 para mapear a vegetação. “Isso significa que nós mapeamos hoje, embora com algum detalhamento medológico diferente, a vegetação do ano de 2002 com as mesmas unidades de vegetação utilizadas há 40 anos.”

Para Hasenack, esse estudo permitirá que estudiosos identifiquem e avaliem o quanto a região perdeu em cobertura vegetal e animal.

Para ler a matéria na íntegra acesse o site - http://www.ecoinformacao.com

Mapa dos ZEEs da Amazônia Legal tem versão atualizada

Enviado em Nacional de Raquel Elena | 24 de Dezembro de 2007 @ 08:58

Por Gerusa Barbosa - (MMA)

O Ministério do Meio Ambiente acaba de disponibilizar pela internet a versão atualizada do Mapa Integrado dos ZEEs dos Estados da Amazônia Legal. A novidade deste novo produto, apresentado na escala de representação 1:7.500.000, é que ele permite ao usuário baixar os arquivos e conta com dados estatísticos de cada unidade.

Acompanhados de textos explicativos, os mapas temáticos oferecem uma visão clara e estratégica da região, a partir de informações sobre suas dinâmicas econômica, populacional, produtiva e ambiental, nomes dos principais rios e de estradas.

O produto, coordenado pelo Programa Zoneamento Ecológico-Econômico, da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável, propicia um primeiro passo para a consolidação de uma base de informações integrada, articulando uma perspectiva macrorregional para orientar as políticas públicas e criar as condições de implementação do ZEE na região.

O trabalho é uma parceria entre o Programa ZEE, o Subprograma de Políticas de Recursos Naturais (SPRN), as coordenações estaduais de ZEE, o Consórcio ZEE Brasil, a GTZ (Agência de Cooperação Técnica Alemã) e o IBGE.

O mapa pode ser acessado em: http://www.mma.gov.br/estruturas/PZEE/_arquivos/index.html

Decreto presidencial reforça ações de controle do desmatamento em municípios

Enviado em Regional de De Bruyn | 23 de Dezembro de 2007 @ 09:53

O Dia Online/EcoInformação

Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta sexta-feira (21) decreto que cria mecanismos para inibir o avanço do desmatamento ilegal na Amazônia, especialmente nos municípios onde essa prática é mais acentuada. Os proprietários de terras nesses municípios terão que recadastrar seus imóveis junto ao Incra e fornecer informações georeferenciadas para que eles possam ser mapeados.

Agência Brasil - Lula assina decreto para preservação
Com essas informações o governo poderá identificar os responsáveis por cada hectare desmatado e aplicar as sanções que o decreto também torna mais rigorosas: além da aplicação de multas, as propriedades onde houver desmatamento ilegal ficarão sujeitas a embargo agropecuário, ou seja: estarão proibidas de comercializar seus produtos e de receber crédito de instituições oficiais e perderão seus registros junto aos órgãos ambientais e à Receita Federal.

Com essa decisão faremos com que o desmatamento, que caiu em 2005, 2006 e 2007, continue caindo mesmo num período difícil como esse, de aumento do preço de commodities e de uma estiagem muito grande, afirmou a ministra Marina Silva no discurso com que saudou a assinatura do decreto, em solenidade no Palácio do Planalto.

Leia a matéria na íntegra no site - http://www.ecoinformacao.com

Austrália e mais 30 países condenam caça de baleias pelo Japão

Enviado em Internacional de De Bruyn | 22 de Dezembro de 2007 @ 11:44

Efe - (Sydney)

Divulgação  - Austrália e mais 30 países condenam  caça de baleias
A Austrália liderou neste sábado um grupo de mais 30 países que criticaram o programa de caça de baleias pelo Japão, parcialmente suspenso ontem devido à pressão internacional.

O ministro de Relações Exteriores australiano, Stephen Smith, elogiou hoje, em comunicado, a decisão do governo japonês de eliminar de sua lista de capturas “científicas” as baleias jubarte. Ele afirmou também que o Japão precisa fazer mais para ajudar a conservar a espécie, em perigo de extinção.

Segundo Smith, o governo australiano “acredita firmemente que não há justificativa alguma para continuar caçando baleias”. Ele espera que o protesto diplomático australiano enviado ontem à embaixada japonesa em Canberra, com o apoio de mais 30 países, “seja um sinal claro” sobre o assunto.

O Executivo australiano anunciou nesta semana que vigiaria com navios e aviões a próxima campanha anual dos baleeiros japoneses na Antártida. A expectativa do Japão é de capturar mais de mil de animais, alegando “fins científicos”.

A Comissão Baleeira Internacional solicitou em junho que o Japão suspendesse o seu programa, após uma resolução não vinculativa defendida pela Austrália.

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