Voluntários ajudam na reabilitação dos pingüins em Santa Catarina
Diário Catarinense
De maio a setembro, é comum aparecem cerca de 200 pingüins na Grande Florianópolis. Como desta vez eles vieram todos juntos e com o agravante de estarem debilitados pela ingestão e as penas cobertas de óleo, o reforço foi necessário.
— Nos oito anos da ONG, nunca vimos nada parecido. Tivemos que solicitar ajuda até de especialistas do Museu Oceanográfico de Rio Grande (RS) — conta a presidente da R3 Animal, Alessandra Arriada.
Enquanto eles não chegam, o jeito é reabilitar os bichos da forma que podem. Separados por grades, cada conjunto de pingüins recebe água por uma sonda para a hidratação e papinha com mistura de complementos vitamínicos, mel e minerais.
Mas a tarefa não é tão simples como parece. Nessa hora, arranhões e bicadas podem acontecer. Ismael Caetano sentiu a força de um dos pingüins que beliscou seu nariz.
— Mas não foi nada. Até me apaixonei por ele — brincou, já com outro na mão.
Assim como o DJ e modelo, o paranaense Sabino Dambros também decidiu ajudar. Interrompeu seu treinamento de atletismo para salvar os animais. Ao seu lado, o francês James Hermary aproveitou as férias no Brasil e o trabalho voluntário no Projeto Lontras para participar do mutirão.
— É a minha primeira oportunidade de ajudar a salvar animais — conta feliz enquanto carrega mais um para o cercado.
Restaurantes filipinos se recusam a servir arroz transgênico a clientes
Greenpeace Brasil
A campanha “Restaurantes com arroz livres de transgênicos”, lançada nesta quarta-feira, pretende juntar o compromisso de estabelecimentos de todo o país para servirem apenas arroz não-transgênico. O projeto é parte da campanha “Eu amo meu arroz livre de transgênicos”, movimento público iniciado pelo Greenpeace para manter o arroz do país livre da contaminação genética. O lançamento foi feito no restaurante Fish and Co., que pertence ao grupo Bistro, um dos maiores do país.
“O arroz é o alimento mais importante das Filipinas e parte integral de nossa vida e cultura. Mas são poucas as pessoas aqui que sabem que o arroz está ameaçado da contaminação transgênica. A campanha com os restaurantes não serve apenas para envolver o público no movimento para manter o arroz livre de transgênicos. Visa também assegurar aos consumidores que o arroz que estão comendo está livre desses organismos geneticamente modificados que representam sérias ameaças à biodiversidade, à vida dos agricultores e à saúde humana”, afirma Daniel Ocampo, da campanha de Engenharia Genética do Greenpeace Sudeste Asiático.
Além de servir apenas arroz não-transgênico, o grupo Bistro se comprometeu a colocar posters da campanha em todos os seus 27 restaurantes no país, e distribuir folders explicativos a seus clientes. Outras grandes cadeias de restaurantes vão aderir à campanha nas próximas semanas.
As campanhas do Greenpeace contra os cultivos e produção de alimentos geneticamente modificados estão baseadas nos princípios de sustentabilidade, proteção da biodiversidade e acesso das pessoas a alimentos seguros e nutritivos. Os transgênicos são uma tecnologia desnecessária e indesejada que contamina o meio ambiente, ameaça a biodiversidade e coloca riscos inaceitáveis à saúde humana.
Degelo no Ártico já é o 2º maior, aponta satélite
Folha de S.Paulo
Segundo o Centro Nacional de Dados sobre Gelo e Neve dos Estados Unidos, a extensão de gelo em 2005 chegou a 5,32 milhões de quilômetros quadrados. Em agosto de 2008, atingiu 5,26 milhões de quilômetros quadrados e está a 430 mil quilômetros quadrados de igualar a marca do ano passado.
O relatório do órgão afirma que é necessário esperar as próximas semanas para saber se haverá nova quebra de recorde. Mas ressalta que, no início de agosto de 2005, o declínio do gelo começou a ficar mais lento, o que não ocorreu neste ano.
Ambientalistas afirmam que o degelo é mais um sinal de alerta para o aquecimento global. “É um sinal infeliz de que a mudança climática está chegando depressa ao Ártico e que realmente precisamos atacar a questão do aquecimento global em nível nacional”, disse Christopher Krenz, gerente da organização Oceana, nos EUA.
“Isso não surpreende, mas assusta”, afirmou Deborah Williams, ex-assistente especial do Departamento de Interior para o Alasca. Ela destacou ainda que este “foi um verão relativamente fresco”.
Em setembro de 2007, o gelo marinho do Ártico encolheu mais de 1 milhão de quilômetros quadrados (quatro vezes a área do Piauí) em relação ao valor mínimo registrado anteriormente. Na ocasião, foi aberta pela primeira vez a Passagem Noroeste, almejada rota marítima entre Europa e Ásia - por onde, até então, não era possível passar.
Astronauta diz ser mais ecológico após ver Terra do espaço
Efe - Nova York
“Quando vi a Terra de cima pela primeira vez, era linda, impressionante, estava em paz, mas o que realmente mudou minha forma de pensar foi ver o horizonte, porque fez com que me desse conta de que nosso planeta é muito mais frágil do que eu achava”, afirmou o astronauta.
Reisman foi ontem ao Museu de História Natural de Nova York, onde deu uma palestra e compartilhou com jovens da cidade sua experiência durante três meses girando ao redor da Terra a bordo da ISS (Estação Espacial Internacional).
O astronauta chegou à ISS a bordo da nave espacial Endeavour em 11 de março e voltou à Terra com a tripulação da missão STS-124 na Discovery em 14 de junho.
“O retorno à Terra foi realmente suave e sem complicações, como em um avião, não tive que utilizar o saco para enjôo que levava na mão”, afirmou perante as dezenas de crianças e jovens que escutavam atentamente.
Natural de Nova Jersey, Reisman estimulou os jovens a se interessarem por astronomia e contou todas as curiosidades sobre a vida no espaço, como suas impressões durante a viagem ou a forma como se adaptou a ela.
Água: o novo petróleo
Trama Comunicação
O Brasil, mesmo possuindo 12% das reservas de água potável do mundo, está longe de ser referência no consumo consciente deste recurso. A média de consumo do brasileiro é de 50 litros por dia, quase o dobro do que a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera ser suficiente para uma pessoa.
Com o aumento populacional e da produção industrial, os governos, as empresas e a própria sociedade começam a se conscientizar para economizar água. Além da adoção de medidas práticas e da mudança na cultura de utilização dos recursos hídricos, novas tecnologias vêm sendo criadas e colaborando assim para que se evite o desperdício e aumente o consumo consciente.
Inovação sustentável
No Cietec - Centro Incubador de Empresas Tecnológicas, o desenvolvimento de tecnologias que auxiliam na preservação de recursos renováveis é o foco de diversas empresas da Rede de Meio Ambiente. Uma delas é a Sharewater, empresa que desde 2006 oferece soluções customizadas aos diversos nichos de economia e racionalização do uso da água.
A empresa surgiu um ano antes de entrar no Cietec, quando os atuais sócios participam do Programa de Uso Racional da Água da Universidade de São Paulo, sendo todos alunos da Escola Politécnica. Eles puderam observar técnicas da gestão de demanda de água em um grande ambiente como a USP, e isto viabilizou a elaboração de um projeto que oferecesse este mesmo serviço para outros clientes.
“Percebemos que podíamos aplicar o que fazíamos dentro do programa da USP para qualquer tipo de edificação”, relata Diogo Almeida, diretor comercial.
A Sociedade do Sol (SoSol), ONG sediada na incubadora, desenvolve um projeto para a reutilização da água no sistema residencial. Dentre as soluções que estão sendo estudadas pela entidade para economizar água, estão o aproveitamento da água da chuva, o reuso da água presente no esgoto e o reuso da água utilizada no banho. “A mais viável atualmente é a terceira opção e já montamos um protótipo de como o sistema seria instalado nas casas”, relata Augustín Woelz, coordenador da Sosol.
A idéia é reaproveitar a água do banho em aplicações simples, como por exemplo, nas descargas dos vasos sanitários. A solução permite uma economia de até 30% de água potável, sem tecnologias complexas e sem perigos para a saúde do usuário. Outro método de economia de água é o software desenvolvido pela Nexus Geoengenharia, que mapeia todo o sistema de tubulação de água, o tipo de cano utilizado, sua profundidade e as demais características.
Sobre a Rede de Meio Ambiente
Com o objetivo de intensificar as trocas entre as empresas associadas ao Centro Incubador de Empresas Tecnológicas (Cietec), as Redes de Cooperação Empresarial (RCEs) dividem as empresas da incubadora por segmento de atuação. As empresas da Rede de Meio Ambiente atuam no desenvolvimento de inovações tecnológicas não agressoras ou que atuem em benefício dos recursos ambientais em Recursos Hídricos e Saneamento, Energia, Agronegócio, Resíduos e Reciclagem, Produtos Ecológicos, Construção Civil, como água e energias.
Sobre o Cietec
Um dos mais importantes centros incubadores do País, o Cietec foi criado em 1998 por um convênio entre a Secretária do Desenvolvimento do Estado de São Paulo, o Serviço de Apoio a Micro e Pequena Empresa de São Paulo (Sebrae-SP), Universidade de São Paulo (USP), Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). As incubadoras são uma forma de incentivo ao desenvolvimento de tecnologia, muito popular no exterior e que está se fortalecendo a cada dia no Brasil. Seu objetivo é incubar empreendimentos de base tecnológica para ampliar o índice de sobrevivência e a competitividade dessas empresas, objetivando o crescimento da economia brasileira, o aumento da geração de empregos qualificados e de melhores resultados na balança comercial.
Canadá enfrenta escolha de modelo de mercado de carbono
Por Sabrina Domingos - CarbonoBrasil
A presidente da Federação Canadense de Negócios Independentes, Catherine Swiff, afirma que esta é uma questão com a qual todos os empresários e investidores devem se preocupar, pois, se for bem trabalhada, pode transformar o país em um líder ambiental, caso contrário, pode trazer problemas sérios para a economia da nação.
O atual governo pretende instalar um sistema “cap and trade” nacional que determina um teto (a ser restringido com o tempo) para as emissões de gases do efeito estufa produzidas pelas indústrias. Se as emissões de uma empresa ficarem abaixo da meta anual, o proprietário ganha um crédito a ser aplicado nos próximos anos, quando exceder a cota. A empresa também pode vender os créditos para outras indústrias que ultrapassaram o limite de emissões estabelecido.
Este princípio também norteia o sistema da WCI (grupo que representa um quinto da economia americana e a maior parte da canadense). O objetivo da iniciativa, que entrará em vigor em 2012, é reduzir em 15% as emissões referentes ao ano de 2005 até 2020. Os limites de emissões serão estabelecidos para indústrias nas jurisdições dos estados e provinciais participantes do sistema, sendo que cada um receberá um volume de permissões.
Os membros do Partido Liberal, por outro lado, defendem um programa “Green Shift” (Mudança Verde, na tradução livre) para implementar um imposto de carbono de ‘renda neutra’ – ou seja, o dinheiro arrecadado com a nova cobrança seria compensado pelas reduções nos impostos de renda de empresas e pessoas físicas.
“Se o partido vencer as próximas eleições, passará a cobrar impostos crescentes por cada tonelada de carbono produzida a partir de combustíveis fósseis”, afirma Swiff. Ela acrescenta que os empreendimentos repassariam, inevitavelmente, os custos aos consumidores, mas que os canadenses estariam protegidos dos preços altos por meio de reduções no imposto de renda, assim como por créditos e benefícios.
A situação ideal seria encontrar uma maneira de se reduzir as emissões sem aumentar a pressão sobre empresas e consumidores, entende a presidente. “A possibilidade de aumentar as despesas dos empreendimentos é desalentadora, particularmente quando consideramos como estes custos afetarão a competitividade global de produtos e serviços canadenses”. Ele destaca que o país compete em mercados mundiais, com nações que não enfrentam as mesmas restrições ambientais do Canadá. “Os canadenses têm provado que querem fazer a coisa certa, mas o júri está longe de decidir qual dos planos será a resposta”, conclui.
Eucalipto ajuda a preservar onças e lobos, diz estudo
G1
Apesar de defenderem que os eucaliptais não oferecem recursos necessários à fauna nativa, os biólogos descobriram que eles são o que chamam de matrizes permeáveis – um meio para os bichos chegarem a locais onde podem encontrar esses recursos. Funcionam como um tipo de corredor entre diferentes regiões de mata. As conclusões estão em uma tese de doutorado apresentada pela bióloga Maria Carolina Lyra-Jorge, de 37 anos.
– Os animais conseguem passar por ali, coisa que em outras matrizes não conseguem. Aquela situação é positiva porque existem fragmentos de vegetação nativa, que são a fonte que garante aquela biodiversidade, e os eucaliptais conectam esses fragmentos – defende a bióloga, autora do estudo em companhia do biólogo Giordano Ciocheti e da professora Vânia Regina Pivello.
Os biólogos do Laboratório de Ecologia da Paisagem e Conservação (Lepac) registraram durante 18 meses, entre 2005 e 2007, imagens desses animais. Eles estudaram uma área de 50 km² nos municípios de Santa Rita do Passa Quatro, a 248 km de São Paulo, e Luís Antônio, a 273 km da capital paulista. O local foi escolhido por causa das características das áreas de preservação.
Nesses municípios estão localizados o Parque Estadual de Vassununga e a Estação Ecológica de Jataí. Maria Carolina explicou que as reservas eram áreas de usinas que foram desativadas, por isso tinham essa característica fragmentada – áreas de preservação mescladas com espaços preenchidos com eucaliptais ou plantações de cana-de-açúcar.
– É um parque de fragmento, que a gente chama de glebas. Ele tinha o formato que a gente queria – disse.
Para registrar os animais no local, eles usaram câmeras fotográficas que disparam ao detectar movimentos de corpos quentes. De acordo com a pesquisadora, havia 21 pontos de coletas, onde as máquinas ficaram penduradas em troncos de árvores. A tecnologia, segundo a bióloga, é usada há muitos anos pelos ecologistas.
Contra incêndios
O estudo mostra que os eucaliptais são melhores para esses animais como áreas de passagem do que as plantações de cana-de-açúcar, por exemplo.
– O eucalipto é protegido pelas empresas contra os incêndios. Ainda que seja uma monocultura, existe uma situação de proteção ali. Mas, se só tivesse eucalipto, não ia adiantar nada, porque nossos animais não vivem apenas no eucaliptal – afirmou a bióloga.
Para a pesquisadora, isso pode mostrar uma melhor condição de sobrevivência desses animais no atual cenário econômico.
– A gente mora aqui em São Paulo, quer comer, quer ter carne, e, dentro dessa situação, que é a real, é uma abordagem interessante – disse. – [É importante] os agricultores terem um olhar de conservação e os conservacionistas terem um olhar diferente para a agricultura. Essa é a situação ideal dentro da realidade.
Relatório classifica países como “extremamente sensíveis à mudança climática”
Efe - (Genebra)
O estudo, elaborado pela organização Care International e pelo Escritório de Ajuda Humanitária das Nações Unidas (Ocha), afirma que parte dos desafios políticos, sociais, demográficos, econômicos e de segurança enfrentados por esses países estão vinculados a esses perigos naturais.
“A mudança climática complicará muito as coisas e poderia debilitar os esforços para conduzir tais desafios”, afirmou Charles Ehrhart, um dos autores do relatório e representante da Care International.
A situação não é exclusiva dos quatro países, observam os especialistas, mas também afeta outras nações das regiões do Sael, do Chifre da África e do sudeste da Ásia.
O subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, John Holmes, disse que nos últimos meses foram vistas “terríveis imagens de pessoas afetadas por catástrofes naturais em diversos pontos do planeta”. Ele mencionou os casos do furacão Ivan em Madagascar, a forte seca em zonas do sul e do leste da Ásia, e o ciclone Nargis em Mianmar.
Ehrhart explicou que a probabilidade de que inundações, tempestades violentas ou secas resultem em desastres é determinada por fatores como o acesso oportuno e adequado a equipamentos e à informação e a capacidade de exercer influência política.
O relatório repete a previsão de outras avaliações científicas ao afirmar que haverá um aumento da intensidade, freqüência, duração e alcance de desastres relacionados com o clima.
No entanto, deu esperança ao dizer que “estes perigos não derivarão necessariamente em desastres, caso os líderes mundiais atuem agora”.
Plantas monitoram o ar de Porto Alegre
Zero Hora
Ainiciativa é resultado de um convênio de parceria assinado em março pela Secretaria do Meio Ambiente (Smam) da Capital e o Instituto de Biociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O programa deverá se estender por 18 meses.
Em cada um dos 12 pontos serão colocados três pés de araçazeiros plantados em vasos e acondicionados sobre bandejas com água. Ao mesmo tempo, uma muda de igual tamanho ficará em uma estufa no Centro de Ecologia do Instituto de Biociências da UFRGS, isolada da ação de poluentes. A cada três meses, os araçazeiros monitorados serão levados para laboratórios para avaliar o desenvolvimento das plantas em comparação à muda protegida.
Serão analisados crescimento, desfolhamentos, mudança de cor e manchas, além de alterações químicas, físicas e biológicas.
– Com os resultados, teremos condições de avaliar o efeito da poluição, se é elevada ou não – explica a engenheira química Maria Teresa Raya Rodriguez, professora do Centro de Biologia.
O araçazeiro é usado por ser uma espécie nativa e se mostrar um bom indicador em trabalhos anteriores, explica Maria Teresa. A idéia de colocar as plantas em escolas visa a desenvolver a educação ambiental entre os estudantes, segundo o engenheiro químico Fabiano Porto da Fontoura, da Smam.
Em setembro passado, uma pesquisa da Universidade de São Paulo apontou que o ar porto-alegrense concentra 22,25 microgramas de material particulado fino (mistura de poeiras e fumaça) por metro cúbico. Segundo a Organização Mundial de Saúde, o indicador tolerável é de até 10 microgramas por metro cúbico. A exposição em longos períodos ao poluente pode causar doenças cardiovasculares e bronquites crônicas.
Conforme especialistas, o trânsito é o maior poluidor na área urbana da Capital. Estimativas da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) apontam que metade dos veículos movidos a diesel fiscalizados poluam a atmosfera com emissão de gases expelidos pelo cano de descarga.
Os locais
Araçazeiros serão colocadas em 12 pontos estratégicos da cidade, confira onde alguns deles estarão:
Escolas
Escola Estadual Artur da Costa e Silva (bairro Sarandi)
Escola Estadual Ceará (bairro Teresópolis)
Escola Estadual Coronel Aparício Borges (bairro Partenon)
Escola Municipal Girafinha (bairro Santana)
Escola Estadual Lions Club (bairro Humaitá)
Hospitais - (ainda não confirmados)
Estações de monitoramento do ar da prefeitura (cruzamento da Borges de Medeiros com a Salgado Filho, no Centro, e na Praça Princesa Isabel, no bairro Azenha).
Grupo argentino propõe aeroporto ecológico nas ilhas Galápagos
Ansa - Quito
A companhia apresentou a proposta ao governo para construir o aeroporto na ilha de Baltra. Os empresários estimam que o montante de investimento, que será assumido pelo grupo argentino, será de US$ 17 milhões na primeira fase.
O projeto do aeroporto foi apresentado na cidade de San Cristóval em Galápagos, durante uma visita do presidente Rafael Correa e uma comitiva ministerial à região.
A construção propõe modelos de responsabilidade com o meio ambiente, mais saudáveis e eficientes em relação ao consumo de recursos, segundo explicaram técnicos da Corporación. Inicialmente, a Corporación América participará da construção, mas pretende incorporar sócios locais para se encarregar das obras.
O grupo administra terminais aéreos em diferentes cidades da Argentina, Uruguai, entre outros. Pelo aeroporto de Baltra transita uma média de 120 mil passageiros ao ano - o novo terá capacidade para meio milhão de pessoas.
As ilhas Galápagos foram declaradas Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco em 1978.