Relatório recomenda 4 porções de carne por semana contra a crise climática

Enviado em Internacional de De Bruyn | 30 de Setembro de 2008 @ 21:53

Efe - (Londres)

A população britânica deveria limitar o consumo de carne a quatro porções por semana por cada pessoa e o de leite a um litro, a fim de ajudar a combater a mudança climática. É o que diz um relatório da Universidade de Surrey.

O estudo, elaborado pela Rede de Pesquisa sobre Alimentos e Clima da universidade, afirma também que deveria ser reduzido o consumo total de alimentos, especialmente dos que têm poucos nutrientes, como os doces.

Os especialistas recomendam o retorno a hábitos de alimentação seguidos por mães e avós, como a compra de produtos próprios de cada estação, cozinhar em panelas de pressão e caminhar até o supermercado. Também propõem o uso de microondas ou a compra pela internet, acrescenta o texto.

O relatório faz estas recomendações, devido à preocupação cada vez maior sobre a relação entre a indústria de criação de gado e os gases que poluem o meio ambiente.

A análise foi elaborada após uma investigação que durou quatro anos sobre o impacto dos alimentos na mudança climática.

Metas do Milênio: A mudança climática como freio

Enviado em Outros, Geral de De Bruyn | 29 de Setembro de 2008 @ 19:09

IPS/Envolverde

Aproximadamente 2,6 bilhões dos pobres do mundo sofrem diariamente as conseqüências da mudança climática. Os vínculos entre ambiente, saúde e pobreza já não podem ser deixados de lado, segundo especialistas da Organização das Nações Unidas. “Desenvolvimento e meio ambiente têm de seguir juntos”, disse o secretário-geral-adjunto da ONU, Ad Melkert, quando a Aliança Pobreza e Meio Ambiente (PEP) se reuniu para discutir a relação entre meio ambiente, mudança climática e os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. A PEP é uma rede informal de agências para o desenvolvimento e representantes dos Estados-membros das Nações Unidas. “Não há maneira de distinguir agendas. Investir em manejo ambiental é um vínculo crucial e frequentemente em falta para reduzir a pobreza e melhorar a saúde”, afirmou Melkert.

Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, definidos em 2000 pela Assembléia Geral da ONU, incluem reduzir pela metade a proporção de pessoas que sofrem fome e pobreza, em relação a 1990; garantir educação primária universal; promover a igualdade de gênero e reduzir a mortalidade infantil e a materna; combater a aids, a malária e outras doenças; assegurar a sustentabilidade ambiental e fomentar uma associação mundial para o desenvolvimento, tudo isto até 2015.

“Embora a mudança climática afete a todos, tanto países industrializados quanto em desenvolvimento, os mais pobres são os que mais sofrem, por sua alta exposição aos efeitos deste fenômeno”, disse Richard Carey, da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE), que reúne entre seus 30 membros todas as economias do Norte industrializado.

A rodada de conversações da PEP aconteceu às vésperas da avaliação de alto nível sobre o cumprimento dos Objetivos encabeçada pelo secretário-geral Ban Ki-moon com chefes de Estado e de governo e representantes do setor privado. “Os resultados desta discussão serão apresentados na reunião de alto nível”, disse Angela Cropper, subdiretora-executiva do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). Situar a luta contra a mudança climática “no dentro” do debate sobre os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio ajudará a alcançá-los, afirmou.

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Projeto busca plantas à prova de mudanças climáticas

Enviado em Outros, Geral de De Bruyn | 28 de Setembro de 2008 @ 20:13

Por Mark Kinver - BBC News

Um projeto de âmbito global começou a procurar por plantas que tenham características que as ajudem a resistir a mudanças climáticas para, assim, desenvolver colheitas capazes de suportar o aquecimento global.

Coordenado pela organização Global Crop Diversity Trust, o projeto de US$ 1,5 milhão está realizando buscas em bancos nacionais de sementes para encontrar variedades “à prova do clima” de vários produtos, entre eles milho e arroz.

A equipe busca sementes que sejam resistentes a eventos extremos, como enchentes, secas ou mudanças constantes de temperatura.

Os pesquisadores esperam que essas variedades ajudem a proteger a produção de alimentos do impacto das mudanças climáticas.

Segundo a Global Crop Diversity Trust, a falta de material preciso e disponível prejudica os esforços de produtores para identificar o que pode ser usado para desenvolver variedades que possam resistir a condições futuras.

“Nossas plantações devem produzir mais alimento, na mesma quantidade de terra e com menos água”, disse o diretor organização, Cary Fowler.

“Não há um cenário possível no qual nós possamos continuar a produzir os alimentos que precisamos sem diversidade”, afirmou.

Acesso aberto

O projeto representa o mais recente estágio de um plano mais amplo da organização para conservar a variedade de plantas produzidas ao redor do mundo.

Nos últimos anos, a organização realizou uma série de encontros com especialistas na produção de alimentos básicos como trigo, arroz, lentilha e milho, com o objetivo de identificar a melhor estratégia de conservação para cada produto.

“Esses especialistas nos ajudaram a identificar quais são as mais importantes coleções de sementes em termos de diversidade genética”, disse Fowler à BBC.

A informação ajudou a organização a estabelecer quais características são necessárias para que as espécies tenham as melhores chances de sobreviver no futuro.

Fowler disse que um exemplo é quando uma planta mostra um bom nível de resistência ao calor durante o período de florescimento - um estágio no qual a planta passa por mais estresse -, mas para o qual havia pouca informação.

Leia a matéria na íntegra no site www.ecoinformacao.com

Calculadora de CO2

Enviado em Geral de Paulo Jr | 27 de Setembro de 2008 @ 18:29

Iniciativa Verde

Calculadora de CO2 - Calculadora de CO2 - Iniciativa Verde

Qualquer pessoa pode calcular sua emissão de gás carbônico e plantar, por conta própria, as árvores para compensa-la. Esta é uma atitude que a Iniciativa Verde incentiva. A calculadora verde está disponível aqui para todos. Use e descubra sua emissão anual e como diminui-la.

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Projetos de conservação da Mata Atlântica atenderão 15 estados

Enviado em Geral de De Bruyn | 26 de Setembro de 2008 @ 22:41

Click RBS

O Ministério do Meio Ambiente aprovou 11 projetos da Chamada 5 para o bioma Mata Atlântica através do Subprograma Projeto Demonstrativos (PDA). As propostas foram avaliadas pela Comissão Executiva do subprograma nos dias 23 e 24 de setembro.

Serão destinados recursos de R$ 3.258.304,00. Cada projeto aprovado receberá até R$ 350 mil para ações em unidades de conservação na Mata Atlântica do Nordeste, políticas de desenvolvimento de territórios rurais, de crédito, assistência técnica e extensão rural, entre outros.

A próxima etapa será a adequação das entidades às recomendações da Comissão Executiva do PDA. Até o final do ano, o ministério fará o primeiro desembolso do recurso. Cada entidade tem no máximo dois anos para utilizar o valor na execução dos projetos.

Pela primeira vez os projetos serão desenvolvidos em rede, o que vai exigir articulação maior das entidades com o órgão estadual de meio ambiente. Ao todo serão financiados projetos em 15 estados (AL, BA, CE, ES, MG, PB, PE, PI, PR, RJ, RN, RS, SC, SE e SP).

O objetivo do PDA é o desenvolvimento de conhecimentos, a partir de outros projetos que o ministério já apoiou, para o aperfeiçoamento de políticas nas área de serviços ambientais, sistemas agroflorestais e turismo em base comunitárias.

Plantas estressadas produzem molécula semelhante à aspirina

Enviado em Geral de De Bruyn | 25 de Setembro de 2008 @ 18:41

Associated Press

A aspirina está entre os remédios mais populares usados pelas pessoas. E agora parece que alguns vegetais gostam dela, também.

Cientistas do Centro Nacional de Pesquisas Atmosféricas ficaram surpresos ao descobrir que plantas estressadas produzem uma molécula semelhante à aspirina, que pode ser detectada no ar ao redor dos vegetais.

A substância pode ser um tipo de resposta imunológica, especulam os pesquisadores.

De acordo com os cientistas, a descoberta levanta a possibilidade de fazendeiros, engenheiros florestais e outros possam passar a monitorar as plantas em busca de sinais antecipados de doença, infestação por pragas ou outras fontes de estresse.

Atualmente, é difícil saber se um ecossistema está doente antes que surjam sinais visíveis, como folhas mortas. “Ao contrário dos humanos, que recebem a orientação de tomar aspirina como um antitérmico, as plantas são capazes de gerar seu próprio coquetel de substâncias semelhantes à aspirina, desencadeando a formação de proteínas que aumentam as defesas bioquímicas e reduzem o dano”, diz nota do líder do estudo, Thomas Karl.

“Nossas medições mostram que quantias significativas da substância podem ser detectadas na atmosfera á medida que plantas reagem a secas, calor excessivo e outras fontes de estresse”.

Pesquisadores já sabiam que plantas em laboratório produzem um tipo de aspirina, o metil salicilato, mas nunca haviam tentado detectá-lo na mata.

Mas quando medidores foram montados num bosque de nogueiras da Califórnia, para determinar como as emissões das plantas podem afetar a poluição, pesquisadores descobriram quantidades mensuráveis de metil salicilato.

Operação do Ibama apreende 132 motosserras sem licença no Pará

Enviado em Regional de De Bruyn | 24 de Setembro de 2008 @ 22:19

Por Cíntia Acayaba - Folha Online

Uma operação do Ibama apreendeu no sábado 132 motosserras sem licença em uma área que estava sendo desmatada em Almeirim (PA). É a maior apreensão do equipamento já feita pelo órgão no país.

Uma empresa terceirizada, que prestava serviços a uma empresa de celulose, foi multada por utilizar as motosserras sem licença ou registro em órgão ambiental. A multa aplicada é de R$ 132 mil - R$ 1.000 por unidade. O Ibama não divulgou os nomes das empresas.

No sábado (20), ao final de uma operação de monitoramento de desmatamento na Estação Ecológica do Jari, entre o Amapá e o Pará, fiscais do Ibama do Amapá - responsáveis pela região paraense de Almeirim, por causa da maior proximidade - encontraram os trabalhadores com as motosserras.

Eles estavam desmatando uma área que supostamente pertence à empresa de celulose. As motosserras foram apreendidas, mas ninguém foi detido.

O analista ambiental Fernando Di Franco, que coordenou a operação, afirmou que o Ibama deve confirmar nos próximos dias se a empresa é proprietária das terras e se tinha autorização para desmatá-la.

Mesmo que a empresa tenha a autorização para desmatar, as motosserras - sem registro - não poderiam ser utilizadas.

“Não era mata nativa, mas havia cerca de 20 anos que aquela área não era desmatada. As árvores já estavam altas e a floresta praticamente regenerada”, disse Di Franco.

Segundo o analista, a madeira retirada seria utilizada como matriz energética pela empresa de celulose. Duas camionetes e um caminhão foram utilizados para levar as motosserras ao escritório do Ibama na região. O material apreendido deve ser encaminhado para a superintendência do órgão em Macapá. A empresa tem 20 dias para recorrer da multa.

Oportunidade: soluções sustentáveis geram lucro

Enviado em Geral de De Bruyn | 23 de Setembro de 2008 @ 22:19

Globo.com

No contexto das mudanças climáticas, que atraem a atenção não só de ambientalistas mas também de consumidores conscientes, empresários aproveitam para achar oportunidades que unam a sustentabilidade ambiental à econômica, segundo a Folha de São Paulo
Os negócios baseados em ecossoluções estarão entre os mais promissores pelos próximos sete anos, segundo estudo realizado pelo Sebrae-SP (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) que será divulgado até o fim do mês.

O empreendedor Aires de Freitas já encontrou seu nicho nesse mercado. Sua empresa, a Air Plast, produz um material chamado PET micronizado, polímero feito a partir de garrafas de plástico que pode ser usado para a fabricação de colchões, estofamento e calçados.

A Air Plast produz cerca de 700 toneladas de PET micronizado por mês e vende o quilo a R$ 3,35. Na empresa, trabalham 12 funcionários.

Para o empresário, antes de optar por um negócio baseado na sustentabilidade do planeta, é preciso pensar na sustentabilidade econômica. “A preservação ambiental só funciona se está aliada a um retorno financeiro”, opina. “Não é altruísmo, é um negócio.”

Segundo Marcelo Dini, gerente de inovação e acesso à tecnologia do Sebrae-SP, a gestão ambiental é cada vez mais urgente. Além de ter importância climática, ela pode representar um diferencial competitivo para o negócio.

Leia a matéria na íntegra no site - www.ecoinformacao.com

Circo sem apresentação de animais em Blumenau

Enviado em Regional de De Bruyn | 22 de Setembro de 2008 @ 21:58

Jornal de Santa Catarina

Blumenau é um dos municípios que aderiu à Lei 6.422, de 2004, que proíbe a utilização de animais em espetáculos circenses. Sendo assim, o Circo Bremer, que inicia temporada de shows na cidade a partir desta sexta-feira, não terá nenhuma apresentação com animais.

A temporada blumenauense de espetáculos começa hoje e, enquanto a trupe estiver no município, os bichos estarão de férias. O descanso, forçado, é garantido pela Lei 6.422, de 2004, que proíbe a utilização de animais em espetáculos circenses no município.

Entre os 36 animais que fazem parte do elenco permanente do circo, há camelos, lhamas, pôneis, cavalos, avestruzes, tigres e outras espécies. Durante as duas semanas em que o grupo permanecer em Blumenau, os bichos vão descansar e 60 artistas vão subir ao picadeiro para se apresentar ao público.

O gerente geral do circo, Jonas Santos, adianta que nem a visita aos animais será permitida, pois a lei também veta a exposição.

- Infelizmente será assim. Todos os artistas adoram se apresentar com os bichos, mas como aqui não é possível, adaptamos o show e nos apresentamos com as pessoas - afirma Santos.

Ele explica que o espetáculo, com duas horas de duração, passa por algumas mudanças quando não há possibilidade de utilizar os animais. E o público, principalmente as crianças, sente falta dos bichos nas apresentações, garante o gerente do circo. Aqui, os pequenos terão de se contentar com o globo da morte, trapezistas e palhaços.

Segundo Santos, todos os animais nasceram no circo e assim como os artistas, integrantes de seis gerações que cresceram sob a lona, fazem parte dos 86 anos da história do grupo.

Como nos próximos municípios por onde o Circo Bremer vai passar, durante a temporada catarinense, é permitida a participação dos animais nas apresentações, eles permanecerão junto com a trupe, num espaço reservado ao fundo do picadeiro e nas jaulas.

Integrantes das bandas Coldplay e A-ha gravam música para a Amazônia

Enviado em Geral de De Bruyn | 21 de Setembro de 2008 @ 12:46

BBC/Click RBS

A rede BBC está exibindo no Reino Unido uma série de seis capítulos sobre a Amazônia. O programa mostra a viagem do apresentador Bruce Parry ao longo de todo o rio Amazonas, até sua foz, como informa o site Globo Amazônia.

Divulgação/EcoIn - Dinheiro da venda dos CDs irá ajudar tribos indígenas da Amazônia
A canção é de um grupo chamado Apparatjik, formado por Magne F, do A-ha, Guy Berryman, do Coldplay e Jonas Bjerre, da banda Mew. O nome da música é “Ferreting”. A banda foi criada especialmente para esse projeto e a faixa será lançada no dia 6 de outubro no álbum “Amazon Tribe- Songs for survival”, projeto liderado por Parry cuja arrecadação será revertida em fundos para a ONG Survival International.

– Nós precisamos dessas pessoas (os indígenas), nós precisamos de tudo o que eles têm a nos ensinar. Há como encarar todos esses desastres ambientais e caos, que parecem ser provocados pelo sistema econômico mundial – diz Parry.

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