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	<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 22:39:55 +0000</pubDate>
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		<title>Água: o novo petróleo</title>
		<link>http://blog.ecoinformacao.com/2008/08/27/agua-o-novo-petroleo/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 22:39:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>De Bruyn</dc:creator>
		
		<category>Nacional</category>

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		<description><![CDATA[Trama Comunicação 
A água, daqui a alguns anos, se tornará um recurso tão caro e disputado tal qual o petróleo atualmente. Esta é a estimativa de diversos órgãos ligados à preservação do meio ambiente. Algumas regiões do planeta já não possuem abastecimento suficiente dos recursos hídricos. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o uso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Trama Comunicação </em></p>
<div align="justify">A água, daqui a alguns anos, se tornará um recurso tão caro e disputado tal qual o petróleo atualmente. Esta é a estimativa de diversos órgãos ligados à preservação do meio ambiente. Algumas regiões do planeta já não possuem abastecimento suficiente dos recursos hídricos. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), o uso da água cresceu duas vezes mais rapidamente que a população do Planeta.</p>
<p>O Brasil, mesmo possuindo 12% das reservas de água potável do mundo, está longe de ser referência no consumo consciente deste recurso. A média de consumo do brasileiro é de 50 litros por dia, quase o dobro do que a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera ser suficiente para uma pessoa.</p>
<p>Com o aumento populacional e da produção industrial, os governos, as empresas e a própria sociedade começam a se conscientizar para economizar água. Além da adoção de medidas práticas e da mudança na cultura de utilização dos recursos hídricos, novas tecnologias vêm sendo criadas e colaborando assim para que se evite o desperdício e aumente o consumo consciente.</p>
<p><strong>Inovação sustentável</strong></p>
<p>No Cietec - Centro Incubador de Empresas Tecnológicas, o desenvolvimento de tecnologias que auxiliam na preservação de recursos renováveis é o foco de diversas empresas da Rede de Meio Ambiente. Uma delas é a Sharewater, empresa que desde 2006 oferece soluções customizadas aos diversos nichos de economia e racionalização do uso da água.</p>
<p>A empresa surgiu um ano antes de entrar no Cietec, quando os atuais sócios participam do Programa de Uso Racional da Água da Universidade de São Paulo, sendo todos alunos da Escola Politécnica. Eles puderam observar técnicas da gestão de demanda de água em um grande ambiente como a USP, e isto viabilizou a elaboração de um projeto que oferecesse este mesmo serviço para outros clientes.</p>
<p>&#8220;Percebemos que podíamos aplicar o que fazíamos dentro do programa da USP para qualquer tipo de edificação&#8221;, relata Diogo Almeida, diretor comercial.</p>
<p>A Sociedade do Sol (SoSol), ONG sediada na incubadora, desenvolve um projeto para a reutilização da água no sistema residencial. Dentre as soluções que estão sendo estudadas pela entidade para economizar água, estão o aproveitamento da água da chuva, o reuso da água presente no esgoto e o reuso da água utilizada no banho. &#8220;A mais viável atualmente é a terceira opção e já montamos um protótipo de como o sistema seria instalado nas casas&#8221;, relata Augustín Woelz, coordenador da Sosol.</p>
<p>A idéia é reaproveitar a água do banho em aplicações simples, como por exemplo, nas descargas dos vasos sanitários. A solução permite uma economia de até 30% de água potável, sem tecnologias complexas e sem perigos para a saúde do usuário. Outro método de economia de água é o software desenvolvido pela Nexus Geoengenharia, que mapeia todo o sistema de tubulação de água, o tipo de cano utilizado, sua profundidade e as demais características.</p>
<p><strong>Sobre a Rede de Meio Ambiente</strong></p>
<p>Com o objetivo de intensificar as trocas entre as empresas associadas ao Centro Incubador de Empresas Tecnológicas (Cietec), as Redes de Cooperação Empresarial (RCEs) dividem as empresas da incubadora por segmento de atuação. As empresas da Rede de Meio Ambiente atuam no desenvolvimento de inovações tecnológicas não agressoras ou que atuem em benefício dos recursos ambientais em Recursos Hídricos e Saneamento, Energia, Agronegócio, Resíduos e Reciclagem, Produtos Ecológicos, Construção Civil, como água e energias.</p>
<p><strong>Sobre o Cietec</strong></p>
<p>Um dos mais importantes centros incubadores do País, o Cietec foi criado em 1998 por um convênio entre a Secretária do Desenvolvimento do Estado de São Paulo, o Serviço de Apoio a Micro e Pequena Empresa de São Paulo (Sebrae-SP), Universidade de São Paulo (USP), Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). As incubadoras são uma forma de incentivo ao desenvolvimento de tecnologia, muito popular no exterior e que está se fortalecendo a cada dia no Brasil. Seu objetivo é incubar empreendimentos de base tecnológica para ampliar o índice de sobrevivência e a competitividade dessas empresas, objetivando o crescimento da economia brasileira, o aumento da geração de empregos qualificados e de melhores resultados na balança comercial.</div>
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		<title>Canadá enfrenta escolha de modelo de mercado de carbono</title>
		<link>http://blog.ecoinformacao.com/2008/08/26/canada-enfrenta-escolha-de-modelo-de-mercado-de-carbono/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 01:15:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>De Bruyn</dc:creator>
		
		<category>Internacional</category>

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		<description><![CDATA[Por Sabrina Domingos - CarbonoBrasil
No próximo mês, a Iniciativa Climática do Oeste (WCI) anunciará as regras de funcionamento do programa regional de “cap and trade” formado por sete estados norte-americanos e quatro províncias canadenses. O Canadá, no entanto, conta com outras duas alternativas para reduzir as emissões de carbono - mas a possível incompatibilidade entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Sabrina Domingos - CarbonoBrasil</em></p>
<div align="justify">No próximo mês, a Iniciativa Climática do Oeste (WCI) anunciará as regras de funcionamento do programa regional de “cap and trade” formado por sete estados norte-americanos e quatro províncias canadenses. O Canadá, no entanto, conta com outras duas alternativas para reduzir as emissões de carbono - mas a possível incompatibilidade entre as propostas preocupa os especialistas.</p>
<p>A presidente da Federação Canadense de Negócios Independentes, Catherine Swiff, afirma que esta é uma questão com a qual todos os empresários e investidores devem se preocupar, pois, se for bem trabalhada, pode transformar o país em um líder ambiental, caso contrário, pode trazer problemas sérios para a economia da nação.</p>
<p>O atual governo pretende instalar um sistema “cap and trade” nacional que determina um teto (a ser restringido com o tempo) para as emissões de gases do efeito estufa produzidas pelas indústrias. Se as emissões de uma empresa ficarem abaixo da meta anual, o proprietário ganha um crédito a ser aplicado nos próximos anos, quando exceder a cota. A empresa também pode vender os créditos para outras indústrias que ultrapassaram o limite de emissões estabelecido. </p>
<p>Este princípio também norteia o sistema da WCI (grupo que representa um quinto da economia americana e a maior parte da canadense). O objetivo da iniciativa, que entrará em vigor em 2012, é reduzir em 15% as emissões referentes ao ano de 2005 até 2020. Os limites de emissões serão estabelecidos para indústrias nas jurisdições dos estados e provinciais participantes do sistema, sendo que cada um receberá um volume de permissões.  </p>
<p>Os membros do Partido Liberal, por outro lado, defendem um programa “Green Shift” (Mudança Verde, na tradução livre) para implementar um imposto de carbono de ‘renda neutra’ – ou seja, o dinheiro arrecadado com a nova cobrança seria compensado pelas reduções nos impostos de renda de empresas e pessoas físicas. </p>
<p>“Se o partido vencer as próximas eleições, passará a cobrar impostos crescentes por cada tonelada de carbono produzida a partir de combustíveis fósseis”, afirma Swiff. Ela acrescenta que os empreendimentos repassariam, inevitavelmente, os custos aos consumidores, mas que os canadenses estariam protegidos dos preços altos por meio de reduções no imposto de renda, assim como por créditos e benefícios.</p>
<p>A situação ideal seria encontrar uma maneira de se reduzir as emissões sem aumentar a pressão sobre empresas e consumidores, entende a presidente. “A possibilidade de aumentar as despesas dos empreendimentos é desalentadora, particularmente quando consideramos como estes custos afetarão a competitividade global de produtos e serviços canadenses”.  Ele destaca que o país compete em mercados mundiais, com nações que não enfrentam as mesmas restrições ambientais do Canadá. “Os canadenses têm provado que querem fazer a coisa certa, mas o júri está longe de decidir qual dos planos será a resposta”, conclui.</div>
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		<title>Eucalipto ajuda a preservar onças e lobos, diz estudo</title>
		<link>http://blog.ecoinformacao.com/2008/08/25/470/</link>
		<comments>http://blog.ecoinformacao.com/2008/08/25/470/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 23:05:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>De Bruyn</dc:creator>
		
		<category>Regional</category>

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		<description><![CDATA[G1
Uma pesquisa de biólogos do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP) mostra que as plantações de eucalipto no interior de São Paulo podem servir de passagem entre áreas de preservação e ajudar na sobrevivência de algumas espécies de carnívoros. Entre elas, o lobo-guará, a onça-parda, a irara e a jaguatirica, de acordo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>G1</em></p>
<div align="justify">Uma pesquisa de biólogos do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP) mostra que as plantações de eucalipto no interior de São Paulo podem servir de passagem entre áreas de preservação e ajudar na sobrevivência de algumas espécies de carnívoros. Entre elas, o lobo-guará, a onça-parda, a irara e a jaguatirica, de acordo com reportagem do site G1.</p>
<p>Apesar de defenderem que os eucaliptais não oferecem recursos necessários à fauna nativa, os biólogos descobriram que eles são o que chamam de matrizes permeáveis – um meio para os bichos chegarem a locais onde podem encontrar esses recursos. Funcionam como um tipo de corredor entre diferentes regiões de mata. As conclusões estão em uma tese de doutorado apresentada pela bióloga Maria Carolina Lyra-Jorge, de 37 anos. </p>
<p>– Os animais conseguem passar por ali, coisa que em outras matrizes não conseguem. Aquela situação é positiva porque existem fragmentos de vegetação nativa, que são a fonte que garante aquela biodiversidade, e os eucaliptais conectam esses fragmentos – defende a bióloga, autora do estudo em companhia do biólogo Giordano Ciocheti e da professora Vânia Regina Pivello. </p>
<p>Os biólogos do Laboratório de Ecologia da Paisagem e Conservação (Lepac) registraram durante 18 meses, entre 2005 e 2007, imagens desses animais. Eles estudaram uma área de 50 km² nos municípios de Santa Rita do Passa Quatro, a 248 km de São Paulo, e Luís Antônio, a 273 km da capital paulista. O local foi escolhido por causa das características das áreas de preservação. </p>
<p>Nesses municípios estão localizados o Parque Estadual de Vassununga e a Estação Ecológica de Jataí. Maria Carolina explicou que as reservas eram áreas de usinas que foram desativadas, por isso tinham essa característica fragmentada – áreas de preservação mescladas com espaços preenchidos com eucaliptais ou plantações de cana-de-açúcar. </p>
<p>– É um parque de fragmento, que a gente chama de glebas. Ele tinha o formato que a gente queria – disse. </p>
<p>Para registrar os animais no local, eles usaram câmeras fotográficas que disparam ao detectar movimentos de corpos quentes. De acordo com a pesquisadora, havia 21 pontos de coletas, onde as máquinas ficaram penduradas em troncos de árvores. A tecnologia, segundo a bióloga, é usada há muitos anos pelos ecologistas. </p>
<p><strong>Contra incêndios</strong></p>
<p>O estudo mostra que os eucaliptais são melhores para esses animais como áreas de passagem do que as plantações de cana-de-açúcar, por exemplo. </p>
<p>– O eucalipto é protegido pelas empresas contra os incêndios. Ainda que seja uma monocultura, existe uma situação de proteção ali. Mas, se só tivesse eucalipto, não ia adiantar nada, porque nossos animais não vivem apenas no eucaliptal – afirmou a bióloga. </p>
<p>Para a pesquisadora, isso pode mostrar uma melhor condição de sobrevivência desses animais no atual cenário econômico. </p>
<p>– A gente mora aqui em São Paulo, quer comer, quer ter carne, e, dentro dessa situação, que é a real, é uma abordagem interessante – disse. – [É importante] os agricultores terem um olhar de conservação e os conservacionistas terem um olhar diferente para a agricultura. Essa é a situação ideal dentro da realidade.</div>
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		<title>Relatório classifica países como &#8220;extremamente sensíveis à mudança climática&#8221;</title>
		<link>http://blog.ecoinformacao.com/2008/08/24/relatorio-classifica-paises-como-extremamente-sensiveis-a-mudanca-climatica/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 02:03:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>De Bruyn</dc:creator>
		
		<category>Internacional</category>

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		<description><![CDATA[Efe - (Genebra)
Relatório divulgado na sexta-feir, 22, classifica Índia, Paquistão, Afeganistão e Indonésia como como países extremamente sensíveis à mudança climática, por sua vulnerabilidade frente a desastres vinculados ao fenômeno, como secas extremas, inundações e ciclones. 
O estudo, elaborado pela organização Care International e pelo Escritório de Ajuda Humanitária das Nações Unidas (Ocha), afirma que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Efe - (Genebra)</em></p>
<div align="justify">Relatório divulgado na sexta-feir, 22, classifica Índia, Paquistão, Afeganistão e Indonésia como como países extremamente sensíveis à mudança climática, por sua vulnerabilidade frente a desastres vinculados ao fenômeno, como secas extremas, inundações e ciclones. </p>
<p>O estudo, elaborado pela organização Care International e pelo Escritório de Ajuda Humanitária das Nações Unidas (Ocha), afirma que parte dos desafios políticos, sociais, demográficos, econômicos e de segurança enfrentados por esses países estão vinculados a esses perigos naturais. </p>
<p>&#8220;A mudança climática complicará muito as coisas e poderia debilitar os esforços para conduzir tais desafios&#8221;, afirmou Charles Ehrhart, um dos autores do relatório e representante da Care International. </p>
<p>A situação não é exclusiva dos quatro países, observam os especialistas, mas também afeta outras nações das regiões do Sael, do Chifre da África e do sudeste da Ásia. </p>
<p>O subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, John Holmes, disse que nos últimos meses foram vistas &#8220;terríveis imagens de pessoas afetadas por catástrofes naturais em diversos pontos do planeta&#8221;. Ele mencionou os casos do furacão Ivan em Madagascar, a forte seca em zonas do sul e do leste da Ásia, e o ciclone Nargis em Mianmar. </p>
<p>Ehrhart explicou que a probabilidade de que inundações, tempestades violentas ou secas resultem em desastres é determinada por fatores como o acesso oportuno e adequado a equipamentos e à informação e a capacidade de exercer influência política. </p>
<p>O relatório repete a previsão de outras avaliações científicas ao afirmar que haverá um aumento da intensidade, freqüência, duração e alcance de desastres relacionados com o clima. </p>
<p>No entanto, deu esperança ao dizer que &#8220;estes perigos não derivarão necessariamente em desastres, caso os líderes mundiais atuem agora&#8221;.</div>
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		<item>
		<title>Plantas monitoram o ar de Porto Alegre</title>
		<link>http://blog.ecoinformacao.com/2008/08/23/plantas-monitoram-o-ar-de-porto-alegre/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 15:44:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>De Bruyn</dc:creator>
		
		<category>Regional</category>

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		<description><![CDATA[Zero Hora
Em 10 dias, araçazeiros estarão em 12 pontos estratégicos de Porto Alegre ajudando a controlar a poluição do ar. É o início do programa de biomonitoramento que usará mudas da fruta em escolas, hospitais e locais com maior concentração de poluentes.
Ainiciativa é resultado de um convênio de parceria assinado em março pela Secretaria do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Zero Hora</em></p>
<div align="justify">Em 10 dias, araçazeiros estarão em 12 pontos estratégicos de Porto Alegre ajudando a controlar a poluição do ar. É o início do programa de biomonitoramento que usará mudas da fruta em escolas, hospitais e locais com maior concentração de poluentes.</p>
<p>Ainiciativa é resultado de um convênio de parceria assinado em março pela Secretaria do Meio Ambiente (Smam) da Capital e o Instituto de Biociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O programa deverá se estender por 18 meses.</p>
<p>Em cada um dos 12 pontos serão colocados três pés de araçazeiros plantados em vasos e acondicionados sobre bandejas com água. Ao mesmo tempo, uma muda de igual tamanho ficará em uma estufa no Centro de Ecologia do Instituto de Biociências da UFRGS, isolada da ação de poluentes. A cada três meses, os araçazeiros monitorados serão levados para laboratórios para avaliar o desenvolvimento das plantas em comparação à muda protegida.</p>
<p>Serão analisados crescimento, desfolhamentos, mudança de cor e manchas, além de alterações químicas, físicas e biológicas.</p>
<p>– Com os resultados, teremos condições de avaliar o efeito da poluição, se é elevada ou não – explica a engenheira química Maria Teresa Raya Rodriguez, professora do Centro de Biologia.</p>
<p>O araçazeiro é usado por ser uma espécie nativa e se mostrar um bom indicador em trabalhos anteriores, explica Maria Teresa. A idéia de colocar as plantas em escolas visa a desenvolver a educação ambiental entre os estudantes, segundo o engenheiro químico Fabiano Porto da Fontoura, da Smam.</p>
<p>Em setembro passado, uma pesquisa da Universidade de São Paulo apontou que o ar porto-alegrense concentra 22,25 microgramas de material particulado fino (mistura de poeiras e fumaça) por metro cúbico. Segundo a Organização Mundial de Saúde, o indicador tolerável é de até 10 microgramas por metro cúbico. A exposição em longos períodos ao poluente pode causar doenças cardiovasculares e bronquites crônicas.</p>
<p>Conforme especialistas, o trânsito é o maior poluidor na área urbana da Capital. Estimativas da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) apontam que metade dos veículos movidos a diesel fiscalizados poluam a atmosfera com emissão de gases expelidos pelo cano de descarga.</p>
<p><strong>Os locais </strong></p>
<p><em>Araçazeiros serão colocadas em 12 pontos estratégicos da cidade, confira onde alguns deles estarão: </em></p>
<p><strong>Escolas</strong></p>
<p> Escola Estadual Artur da Costa e Silva (bairro Sarandi)<br />
 Escola Estadual Ceará (bairro Teresópolis)<br />
 Escola Estadual Coronel Aparício Borges (bairro Partenon)<br />
 Escola Municipal Girafinha (bairro Santana)<br />
 Escola Estadual Lions Club (bairro Humaitá) </p>
<p><strong>Hospitais - (ainda não confirmados) </strong></p>
<p>Estações de monitoramento do ar da prefeitura (cruzamento da Borges de Medeiros com a Salgado Filho, no Centro, e na Praça Princesa Isabel, no bairro Azenha).</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Grupo argentino propõe aeroporto ecológico nas ilhas Galápagos</title>
		<link>http://blog.ecoinformacao.com/2008/08/21/grupo-argentino-propoe-aeroporto-ecologico-nas-ilhas-galapagos/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 02:01:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>De Bruyn</dc:creator>
		
		<category>Internacional</category>

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		<description><![CDATA[Ansa - Quito
A empresa argentina Corporación América apresentou ao governo do Equador um projeto para construir um aeroporto ecológico no arquipélago de Galápagos, patrimônio natural da humanidade. 
A companhia apresentou a proposta ao governo para construir o aeroporto na ilha de Baltra. Os empresários estimam que o montante de investimento, que será assumido pelo grupo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ansa - Quito</em></p>
<div align="justify">A empresa argentina Corporación América apresentou ao governo do Equador um projeto para construir um aeroporto ecológico no arquipélago de Galápagos, patrimônio natural da humanidade. </p>
<p>A companhia apresentou a proposta ao governo para construir o aeroporto na ilha de Baltra. Os empresários estimam que o montante de investimento, que será assumido pelo grupo argentino, será de US$ 17 milhões na primeira fase. </p>
<p>O projeto do aeroporto foi apresentado na cidade de San Cristóval em Galápagos, durante uma visita do presidente Rafael Correa e uma comitiva ministerial à região. </p>
<p>A construção propõe modelos de responsabilidade com o meio ambiente, mais saudáveis e eficientes em relação ao consumo de recursos, segundo explicaram técnicos da Corporación. Inicialmente, a Corporación América participará da construção, mas pretende incorporar sócios locais para se encarregar das obras. </p>
<p>O grupo administra terminais aéreos em diferentes cidades da Argentina, Uruguai, entre outros. Pelo aeroporto de Baltra transita uma média de 120 mil passageiros ao ano - o novo terá capacidade para meio milhão de pessoas. </p>
<p>As ilhas Galápagos foram declaradas Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco em 1978.</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Chile aprova lei que proíbe caça às baleias</title>
		<link>http://blog.ecoinformacao.com/2008/08/21/chile-aprova-lei-que-proibe-caca-as-baleias/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 03:43:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>De Bruyn</dc:creator>
		
		<category>Internacional</category>

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		<description><![CDATA[Ansa - Santiago do Chile
A Câmara dos Deputados do Chile aprovou na quinta-feira (14), por unanimidade, um projeto de lei que proíbe a caça de baleias e estabelece pena de prisão para quem matar ou perseguir baleias em águas chilenas. 
O projeto incorporou à Lei de Pesca e de Agricultura uma série de medidas específicas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ansa - Santiago do Chile</em></p>
<div align="Justify">A Câmara dos Deputados do Chile aprovou na quinta-feira (14), por unanimidade, um projeto de lei que proíbe a caça de baleias e estabelece pena de prisão para quem matar ou perseguir baleias em águas chilenas. </p>
<p>O projeto incorporou à Lei de Pesca e de Agricultura uma série de medidas específicas para a conservação e proteção das baleias. </p>
<p>&#8220;Foi tão rápida a votação que nem sequer aplaudimos, não houve tempo para festejar e pensamos que as 57 pessoas eram o auditório e não que todos tinham votado a favor&#8221;, comentou Samuel Leiva, coordenador da campanha do Greenpeace para a proteção às baleias. </p>
<p>&#8220;Aqui não há setores políticos contra esse tema&#8221;, acrescentou Leiva, que instalou em frente ao edifício do Congresso uma baleia gigante, com 35 metros de comprimento, 15 de largura e seis de altura.</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Especialista em conservação de água defende vegetarianismo</title>
		<link>http://blog.ecoinformacao.com/2008/08/19/especialista-em-conservacao-de-agua-defende-vegetarianismo/</link>
		<comments>http://blog.ecoinformacao.com/2008/08/19/especialista-em-conservacao-de-agua-defende-vegetarianismo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 21:25:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>De Bruyn</dc:creator>
		
		<category>Geral</category>

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		<description><![CDATA[AP
O ganhador do Prêmio Estocolmo da Água criticou o crescente uso de biocombustíveis e pediu que as pessoas comam menos carne,  para ajudar a reduzir a água usada na produção de comida. O pesquisador britânico John Anthony Allan disse que o efeito do uso crescente de biocombustíveis é &#8220;assustador demais para pensar&#8221;.
Allan, de 71 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>AP</em></p>
<div align="justify">O ganhador do Prêmio Estocolmo da Água criticou o crescente uso de biocombustíveis e pediu que as pessoas comam menos carne,  para ajudar a reduzir a água usada na produção de comida. O pesquisador britânico John Anthony Allan disse que o efeito do uso crescente de biocombustíveis é &#8220;assustador demais para pensar&#8221;.</p>
<p>Allan, de 71 anos, recebeu o prêmio da água de 2008 por ter criado o conceito de &#8220;água virtual&#8221;, que mede a quantia de água usada em produção industrial e de alimentos. Ele disse que consumir carne prejudica o meio ambiente.</p>
<p>– Pessoas que não são vegetarianas consomem cinco metros cúbicos (cinco mil litros) de água ao dia; o banho que você toma é uma poça minúscula comparada com isso. É a água que entra na comida que é o grande problema – disse ele. – Seja racional e coma menos carne.</p>
<p>Ele falou á reportagem da Associated Press nos bastidores da Semana Mundial da Água, uma conferência da qual participam 2,5 mil cientistas, políticos e representantes de 140 países. Allan receberá o prêmio de US$ 150 mil numa cerimônia na quinta-feira.</p>
<p>Relatório divulgado nessa segunda diz que as populações no mundo em desenvolvimento correm riscos cada vez maiores por causa do uso de água de esgoto em irrigação.</div>
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		<title>Proteção dos mares é mínima no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 22:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>De Bruyn</dc:creator>
		
		<category>Nacional</category>

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		<description><![CDATA[Por Afra Balazina - Folha de S. Paulo
Ao comer cação, badejo e camarão-sete-barbas, os brasileiros estão, sem saber, consumindo animais aquáticos ameaçados de extinção ou que sofrem com o excesso de pesca no Brasil. De acordo com o governo federal, 80% dos recursos explorados pela pesca marinha sofrem com sobrepesca, estão ameaçados ou em processo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Afra Balazina - Folha de S. Paulo</em></p>
<div align="justify">Ao comer cação, badejo e camarão-sete-barbas, os brasileiros estão, sem saber, consumindo animais aquáticos ameaçados de extinção ou que sofrem com o excesso de pesca no Brasil. De acordo com o governo federal, 80% dos recursos explorados pela pesca marinha sofrem com sobrepesca, estão ameaçados ou em processo de recuperação. </p>
<p>Apesar disso, somente 0,4% dos mares brasileiros são protegidos em unidades de conservação federais. Incluindo as reservas estaduais, a porcentagem sobe para 0,8%. A realidade internacional não é muito diferente: há cerca de 1% de mares protegidos no globo. </p>
<p>Em vista disso, o Greenpeace inicia na próxima semana uma campanha para proteger os oceanos no país. A entidade defende que as áreas protegidas subam para 40% no mundo e que o Brasil faça a sua parte. </p>
<p>Marcelo Furtado, diretor-executivo do Greenpeace, afirma que a ONG pressionará pela criação de uma Política Nacional de Oceanos que priorize a proteção de áreas marinhas e o combate à perda de biodiversidade. Para ele, a pesca predatória pode ser comparada ao desmatamento. E, assim como em relação à madeira, diz que é preciso saber a quantidade de peixes que podem ser retirados e em que época. </p>
<p>O Ministério do Meio Ambiente reconhece o problema. &#8220;As áreas marinhas estão entre as mais ameaçadas e as menos protegidas, então é uma prioridade grande. Há cada vez mais gente no litoral, mais navegação, mais pesca predatória. É razoável que tenhamos uma meta a ser alcançada&#8221;, disse à Folha o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente). </p>
<p>Mas a meta do ministro é bem mais modesta que a da ONG: ele considera ideal ampliar a proteção para 10% dos mares -o que deve levar mais de uma gestão para ocorrer. Para isso, podem ser usados recursos de compensação por dano ambiental. Há cerca de R$ 500 milhões que podem ser aplicados em proteção de áreas em terra e no mar. </p>
<p><strong>Plantar peixe </strong></p>
<p>O ministro ressalta, porém, que não adianta apenas implantar novas áreas -é necessário dar estrutura e pessoal às que já existem. E afirma que, se o país quer aumentar a produção de peixe, não pode contar só com o oceano. Deve investir mais em &#8220;fazendas aquáticas&#8221; e piscicultura, por exemplo. </p>
<p>O Ministério da Pesca concorda que as áreas protegidas são importante ferramenta para garantir a recuperação dos ecossistemas marinhos e manutenção dos estoques pesqueiros. No entanto, considera que &#8220;a implantação de áreas de exclusão de pesca tem rebate importante nas atividades dos pescadores artesanais&#8221;. Por isso, defende que a implantação seja discutida amplamente. </p>
<p><strong>Exemplo </strong></p>
<p>Na próxima terça, o Greenpeace lançará um vídeo e um relatório sobre o panorama dos mares brasileiros. Para compor o material, foram ouvidos integrantes do governo e pesquisadores de universidades. </p>
<p>Além de apontar os desafios, o Greenpeace ressalta como positiva a idéia do governo de São Paulo, anunciada em abril, de criar três grandes áreas de proteção marinhas no Estado. Essas regiões ficarão protegidas da pesca predatória com barcos industriais. </p>
<p>&#8220;É uma iniciativa importante que pode criar precedente. A Bahia, por exemplo, não está batendo o pé pela proteção [do banco de corais] de Abrolhos&#8221;, disse Furtado. </p>
<p>A medida, porém, assustou pescadores. Segundo o secretário estadual Xico Graziano (Meio Ambiente), &#8220;houve uma reação muito forte porque as colônias de pescadores acharam que ia ser proibido todo tipo de pesca&#8221;. Para contornar a polêmica, foi feita uma nova versão do decreto.</div>
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		<title>BBW, destruição do meio ambiente em desenho animado</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 22:56:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>De Bruyn</dc:creator>
		
		<category>Vídeos</category>

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		<description><![CDATA[WWF



OpinaEco - Muito bem bolado, ainda mais se pensarmos nas crianças, a quem o futuro pertence!
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>WWF</em></p>
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<p><em><strong>OpinaEco -</strong> Muito bem bolado, ainda mais se pensarmos nas crianças, a quem o futuro pertence!</em></div>
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